O autarca de Lisboa pediu "serenidade e calma" e recusou comentar as imagens da carga policial de domingo no Rossio. Pinto Luz também não prestou declarações.
MAI e CML foram notificados da intimação antes das operações policiais. Juristas defendem que havia fundadas dúvidas de constitucionalidade que impunham cautela.
Renata Cambra, uma das manifestantes da Acampada de Lisboa, apresentou na terça-feira uma intimação para proteção de direitos, liberdades e garantias dos manifestantes
Após a carga policial em Lisboa e no Porto, o deputado socialista Miguel Costa Matos diz que é inegável que a decisão venha do poder político. Já o superintendente da PSP explica a intervenção.
A Fidelidade contestou pedido de indemnização de cerca de um milhão de euros por morte no acidente de setembro de 2025, que fez 16 mortos e 24 feridos.
a Fidelidade, seguradora da Carris, argumentou que "um desastre como aquele não poderia, à data em que ocorreu, ser considerado algo totalmente imprevisível"
A mulher dirigia insultos e ameaçava de morte os pais e os dois filhos, menores, com quem vivia. A arguida de 41 anos sofre de um transtorno de personalidade.
Tribunal arbitral afasta-se de decisões recentes sobre o Metro e fixa serviços mínimos nas greves para as manhãs de 28 e 30 de outubro. Repetição de paralisações pelo mesmo motivo pesou na mudança.
Tal como com as ações policiais de dia 15, IGAI abre processo a intervenção policial em Lisboa e no Porto da madrugada deste domingo. PGR quer revisão da lei das manifestações — mas “não é preciso” rever constitucionalidade, “para já”. A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo, no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto. Em resposta enviada à Lusa, a IGAI explicou que “na sequência das notícias e imagens divulgadas publicamente, foi determinada a abertura de processo administrativo para apuramento das circunstâncias”
Torres Vedras, Sintra e Loulé, participaram este ano na segunda fase do projecto que visa envolver os cidadãos na construção de cidades mais sustentáveis e resilientes às alterações climáticas.
Haverá uma concentração popular às 13h30 em apoio aos manifestantes detidos e prometem voltar ao Rossio às 19h para novo protesto. Ainda, as primeiras felicitações à reeleição de Lula da Silva.
Presidente Kassio Nunes Marques assegura que extensão do horário não alterou resultado. Ainda, manifestantes pela habitação em Lisboa e no Porto decidem desmobilizar e não passar a noite na rua.
Sábado terminou com feridos pela PSP e muita revolta. Depois disso, centenas voltaram ao Rossio. A organização decidiu em plenário não tentar nova acampada e convocou novos protestos para esta semana.
Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.
Do lahmajun turco à magoga angolana, a We Cheffes reúne iguarias e cozinheiras de diferentes coordenadas, que a partir de Lisboa dão a conhecer o mundo à mesa.
Bugalho destaca alegado arremesso de objetos por parte dos manifestantes. E Montenegro “não ficou nem cego, nem surdo, nem mudo”, garante. Luís Neves disse: “só vi um bastão a ser usado”. O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, defendeu este domingo que existiu proporcionalidade na resposta policial às manifestações desta madrugada pelo direito à habitação, e acusou o secretário-geral do PS de irresponsabilidade e hipocrisia. Em declarações aos jornalistas transmitidas pelas televisões a partir de Aveiro, Bugalho afirmou que o PSD recusa “uma falsa clivagem” entre a autoridade dos polícias e a liberdade de expressão dos manifestantes, dizendo que houve arremesso
Iniciativa em Lisboa marcada para as cinco da tarde, na Praça do Rossio. No Porto, protesto marcado para as sete da tarde na Praça D. João I. Ainda, Pedro Duarte acredita numa resposta democrática.
É permitido manifestar depois das 00h30? É permitido montar e manter as tendas nestes espaços? Como se defende a PSP e o que dizem os manifestantes a seu favor? A Constituição sobrepõe-se à lei de 1974? A intervenção da PSP nas acampadas pelo direito à habitação, em Lisboa e no Porto, está a dividir opiniões por várias razões. Até onde vai o direito à manifestação protegido pela Constituição? Podem ser mantidas tendas desta forma no espaço público? A atuação da polícia foi legal ou não? É permitido manifestar depois das 00h30? A constitucionalidade desta restrição horária parece estar em causa.
Depois de vários avisos para desmontarem as tendas, manifestantes decidiram não acatar a ordem. Polícia cercou a Praça D. Pedro IV e avançou para a carga policial. Acampada regressa já este domingo.
Jorge Pinto pede explicações sobre a ação da PSP nos protestos pela habitação. Ainda, manifestantes detidos durante a madrugada começam a ser libertados.
Número exato de feridos ainda por apurar: a versão da PSP é muito diferente da versão das acampadas. Manifestantes estarão hoje, novamente, pelas 19h, em assembleia popular e já há pelo menos mais duas manifestações agendadas. A madrugada deste domingo foi palco de intervenções policiais simultâneas no Porto e em Lisboa, para retirar à força os manifestantes que se recusaram a desmontar as dezenas de tendas montadas pelo direito à habitação nas duas cidades. O balanço oficial da PSP mais recente aponta para 31 detidos e 11 feridos (5 no Porto e 6 em Lisboa, e três são polícias) nas
Na primeira volta das eleições do Brasil, a abstenção em Lisboa foi superior a 63%. Ainda, Rui Borges não desvendou quem vai ser o titular na baliza no jogo contra o Académico de Viseu.