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Campanha de Sanchéz foi atropelada pelo acidente? — Debate

Em menos de nove meses, Espanha sofre o segundo acidente nas linhas ferroviárias de alta velocidade. Será que os problemas de conservação da ferrovia vão ser mais um pedra no caixão de Sanchéz?

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Taxa de desemprego recua em Portugal face a 2025

No mês de setembro, Portugal contabilizava 313 mil pessoas desempregadas, menos 16 mil do que em 2025. Na UE o acréscimo foi de 471 mil pessoas e de 420 mil na zona euro.

O Eurostat considera desempregadas as pessoas sem trabalho que procuravam emprego ativamente nas quatro semanas anteriores
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Nelson Bernardino tinha 49 anos e morreu no acidente ferroviário em Espanha

O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou esta sexta-feira, 30 de outubro, a morte de um cidadão português no acidente ferroviário ocorrido na quarta-feira em Toledo, Espanha. A vítima fazia parte da tripulação de um dos comboios envolvidos na colisão.

Português trabalhava em Madrid e tinha sido promovido

Segundo o Correio da Manhã, a vítima chama-se Nelson Bernardino, tinha 49 anos e era natural de Serpa.

Trabalhava numa empresa ferroviária em Madrid, tinha sido promovido recentemente e fazia habitualmente a ligação entre a capital espanhola e Sevilha nos comboios de alta velocidade.

O jornal avançou que a empresa comunicou a morte à família na tarde de quinta-feira, 29 de outubro. Até então, os familiares não conseguiam contactar o português.

Confirmação oficial chegou esta sexta-feira

Na comunicação enviada às redações, o Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu que o cidadão português “era membro da tripulação de um dos comboios envolvidos no acidente”.

O ministério manifestou também pesar pelas mortes e pelos feridos, apresentou condolências às famílias e reiterou a solidariedade de Portugal com a população e as autoridades espanholas.

Na quinta-feira, Paulo Rangel já tinha confirmado que o Gabinete de Emergência Consular fora contactado por um familiar de um português desaparecido. Nessa altura, o ministro admitia uma forte probabilidade de o cidadão estar num dos comboios, mas ainda não confirmava o seu destino.

A colisão ocorreu na manhã de 28 de outubro, perto da estação de Urda, na província de Toledo. Segundo a informação divulgada na manhã desta sexta-feira, o acidente entre as duas composições de alta velocidade provocou pelo menos 69 mortos.

Portugal disponibilizou apoio às autoridades espanholas

No próprio dia do acidente, o Governo português colocou à disposição de Espanha os serviços de várias entidades do setor ferroviário.

Entre elas estão a Infraestruturas de Portugal, a CP, o Gabinete de Prevenção e Investigação em Acidentes Ferroviários e a Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária, para apoiar as instituições espanholas homólogas.

Leia também: GNR reforça fiscalização nas estradas durante o fim de semana de Todos os Santos

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“Se ele morrer, vai ser bonito”: vídeo revela últimos momentos de homem imobilizado pela polícia em Itália

Uma gravação da câmara corporal de um polícia revelou os últimos momentos de Abderrahim Fakir, um cidadão marroquino de 42 anos que morreu durante uma intervenção policial em Bolonha, Itália, a 19 de julho. As imagens integram os elementos analisados no processo sobre a sua morte.

Pedidos de ajuda e comentários dos agentes ficaram gravados

O vídeo, publicado a 28 de outubro pelo jornal italiano la Repubblica, regista a intervenção de dois agentes num pátio da Via Svevo, no bairro de Pilastro.

A gravação documenta os pedidos de ajuda de Fakir, a utilização de spray, a imobilização dos braços e das pernas e, posteriormente, as tentativas de reanimação pelos socorristas.

Segundo a agência italiana ANSA, entre as expressões registadas ouvem-se frases que, traduzidas para português, correspondem a “Se ele morrer, vai ser bonito” e “Morre, vá!”. Os comentários foram transcritos nos documentos do processo.

Um dos polícias pediu desculpa à família

Em declarações à ANSA, um dos agentes reconheceu que proferiu palavras inaceitáveis e pediu desculpa à família de Fakir e à instituição policial.

O advogado dos dois polícias, Gabriele Bordoni, afirmou que o agente já lhe manifestara arrependimento dois meses antes. Atribuiu as expressões à agitação, ao cansaço e à carga emocional da intervenção, reconhecendo que não eram adequadas a um servidor do Estado.

As frases levaram também o advogado da família, Fabio Anselmo, a apresentar uma nova denúncia ao Ministério Público de Bolonha, defendendo a apreciação de possíveis crimes mais graves do que o homicídio negligente inicialmente considerado.

Peritos divergem sobre o peso da imobilização na morte

Segundo a estação pública italiana RAI, os peritos nomeados pelo Ministério Público apontaram uma insuficiência respiratória aguda, num quadro de intoxicação por cocaína e doença cardíaca grave. Identificaram ainda a agitação e a posição de barriga para baixo como fatores que contribuíram para o desfecho.

Essa interpretação foi contestada pelo médico legista Vittorio Fineschi, consultor da família. Em observações divulgadas pela ANSA a 29 de outubro, defendeu que a imobilização e a compressão do tórax tiveram um papel determinante no agravamento da insuficiência respiratória. Sustentou também que a presença de cocaína não demonstra, por si só, que a substância tenha sido a causa decisiva da morte.

O processo abrange dois polícias e quatro elementos da Cruz Vermelha, inscritos num registo preliminar. Segundo a RAI, o Ministério Público deverá decidir até 19 de novembro se avança para uma investigação formal contra as pessoas abrangidas ou arquiva as respetivas posições.

Leia também: Análise aponta referência de 1.808 euros líquidos por mês para viver sozinho confortavelmente em Portugal: e se for em casal?

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PJ detém casal suspeito de burla durante a pandemia

Casal, procurado pelas autoridades do Reino Unido, apresentou mais de 300 pedidos fraudulentos, num valor superior a 1,8 milhões de euros. Tribunal ordenou prisão preventiva e extradição.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Os dois detidos foram presentes para primeiro interrogatório no Tribunal da Relação de Lisboa
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França. "Quem quer revolução é vítima de si próprio"

Major General Arnaut Moreira avisa que o colapso da polícia em França abre caminho para a revolução. Afirma ainda que a busca por igualdade fomenta nos revolucionários vítimas da sua própria revolta.

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O acidente ferroviário que atropelou a campanha de Sanchéz

A catástrofe de Urda, segundo acidente na alta-velocidade espanhola em nove meses, suscita questões sobre a conservação da ferrovia e fez descarrilar a estratégia de Sanchéz para as eleições de dia 29

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UE e Canadá defendem aliança perante protecionismo dos EUA

Canadá responde a mudança na ordem comercial mundial reforçando alianças baseadas na "confiança, estabilidade e fiabilidade" e colocou a UE entre os principais parceiros.

© RONALD WITTEK/EPA

Kallas concordou que a nova aliança "não é contra ninguém" e explica que o contexto geopolítico obriga o Canadá e a Europa a identificarem parceiros confiáveis
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Acidente. Em Toledo, angústia e incerteza predominam

Reportagem do El País no espaço onde familiares de desaparecidos desesperam por notícias. Por cá, aumenta o número de acolhimentos de jovens vítimas de violência. E há uma disputa interna no Chega?

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Neinor lanza una opa de exclusión a 24 euros por su antigua competidora Aedas

Llega el fin en Bolsa de Aedas Homes, una de las que fueron grandes promotoras cotizadas. Neinor, la inmobiliaria vasca que desde el pasado año controla a su antigua rival, lanza una opa de exclusión sobre su antigua rival, tal como ha adelantado CincoDías y las empresas han comunicado este viernes a la CNMV. Se espera que entre diciembre y enero finalice esa operación y la toma de control de Neinor ya será del 100%.

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Jordi Argemí, consejero delegado de Neinor.

© NEINOR (NEINOR)

Viviendas de Neinor Homes en Zorrozaurre, en Bilbao, en una imagen cedida por la compañía.
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Letonia fabrica un pequeño ejército de drones en secreto a las puertas del enemigo

Los letones no se fían de sus “simpáticos vecinos”. Tal es así que usan con cierto hábito este atajo lingüístico, lleno de retintín, antes que hablar a las claras de rusos y bielorrusos. Con estos dos viejos aliados de la vasta llanura, Letonia ― con 1,8 millones de habitantes― comparte más de 450 kilómetros de su frontera este. Es por esto que su linde forma parte de lo que, entre la tropa, se denomina flanco oriental de la OTAN y la Unión Europea. Consecuencia: está en la diana del enemigo número uno, esto es, de Rusia. En mayo, la colisión de tres drones que volaban desde el frente de batalla ucranio hizo saltar por los aires la coalición del Gobierno letón. En solo cinco meses, el país báltico se ha blindado defensivamente gracias, en parte, al empuje de la producción local de vanguardia de armas autónomas. Pero el temor continúa.

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Empleados del fabricante de drones Origin Robotics trabajan en unas instalaciones a las afueras de Riga, el pasado día 6.
Un empleado del fabricante de drones Origin Robotics trabaja en unas instalaciones a las afueras de Riga, el pasado día 6.
El teniente coronel Pedro Antonio Fuentes, jefe del contingente español de la base de la OTAN en Adazi, en Letonia, el pasado día 9.

Reportaje elaborado en el marco del proyecto ‘Europa Informada’, financiado por el Parlamento Europeo.

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© María Page

El comandante Modris Kairiss, jefe del Centro de competencias en sistemas autónomos de Letonia, muestra un dron, el pasado día 9.
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Las elecciones de mitad de mandato en Estados Unidos no son la panacea que los europeos esperan

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Cuando los estadounidenses voten en las elecciones de mitad de mandato del 3 de noviembre, los europeos esperarán con inquietud los resultados. Es comprensible que, después de casi dos años de abusos del Gobierno de Trump, estén ansiosos por un cambio de rumbo. Un buen resultado de los demócratas transmitirá una señal política importante, incluido el deseo de mejorar las relaciones con los aliados hoy menospreciados. Sin embargo, los europeos harían bien en moderar sus expectativas sobre los cambios que va a haber en la práctica, porque se tardará tiempo en reparar el daño causado.

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Europa a las urnas

Un colegio electoral durante la primera vuelta de unas municipales francesas este 2026.

Los contornos de la batalla política europea en su superaño electoral van dilucidándose. El ciclo arrancará con las elecciones generales en España en noviembre de 2026 y se cerrará, previsiblemente, con las italianas en diciembre de 2027, si Giorgia Meloni no las anticipa. Entre tanto, habrá votado la mitad de la población europea en sus principales estados miembros salvo Alemania, si Friedrich Merz resiste. La discusión sobre la idea de Europa se estructurará en torno a, por un lado, las fuerzas políticas de centro europeísta y, por el otro, a los partidos de la contestación patriótica, cuyo proyecto para el futuro de la UE es la repatriación de poderes hacia las capitales nacionales.

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Oito vírgula três por cento

Portugal entrou num ciclo de investimento em defesa sem paralelo nas últimas décadas. Cinco mil e quinhentos milhões de euros de programação militar até 2034 e cinco mil e oitocentos milhões em empréstimos europeus do SAFE, a executar até 2030. São instrumentos diferentes, com horizontes diferentes. Para um jornal de economia, a pergunta interessante não é quanto se gasta. É quanto volta.

Já há uma primeira resposta, e convém olhar para ela sem drama. No programa de aquisição das três fragatas, com um custo global de 3.914 milhões de euros, a incorporação anunciada da indústria nacional é de 325 milhões. Oito vírgula três por cento. Não é um escândalo. É a distância entre comprar uma capacidade e participar na sua produção, e é um ponto de partida.

O que se decide agora é o número seguinte, o das capacidades em que Portugal ainda pode ser produtor e não só comprador: sistemas não tripulados, sensores, software de comando e controlo. E esse número não sobe por decreto nem por discurso. Sobe onde a tecnologia é validada, porque é aí que uma empresa deixa de apresentar um protótipo e passa a poder demonstrar uma capacidade, perante um utilizador exigente e com uma referência que vale no estrangeiro.

No próximo domingo, 1 de Novembro, a Europa reforça essa aposta. Constitui-se na Agência Europeia de Defesa, por decisão dos ministros de 28 de Setembro, o Centro Europeu de Inovação em Defesa, com um papel ampliado e um portefólio estruturado de actividades. A experimentação operacional será uma das suas actividades centrais: ligar empresas às forças armadas e às instalações militares de ensaio, para ajudar os Estados a identificar, testar e adoptar tecnologias.

O que está em causa num centro destes não é só financiamento. É calendário, selecção e acesso: onde se fazem as campanhas, que desafios se lançam e que empresas encontram uma oportunidade para demonstrar o que sabem fazer. Não há rubrica orçamental que mostre estas escolhas, e são elas que pesam na localização da engenharia europeia de defesa na próxima década. É política industrial pela via da geografia.

Portugal tem o que esse centro procura. Tem a experiência da Marinha, que fez do REPMUS uma das referências da NATO para sistemas não tripulados, e acaba de receber em Santa Margarida uma campanha europeia com mais de 70 entidades de 22 nacionalidades. E a presença industrial portuguesa já se vê: a UAVision foi um dos cinco produtores no desafio europeu de munições de permanência no ar e a Beyond Vision regressou depois de seleccionada em Itália.

Duas vozes apontaram nessa direcção este mês. O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou no encerramento desses ensaios que o investimento, por si só, significa pouco. E o Chefe do Estado-Maior do Exército, o general Eduardo Mendes Ferrão, propôs no mesmo dia, diante do Presidente da República, afirmar Portugal como centro experimental tecnológico europeu. É uma proposta de quem tem o terreno, feita semanas antes de entrar em funcionamento o novo centro europeu.

Falta uma coisa que não exige construir nada: um endereço único. Quem, de fora, quiser ensaiar tecnologia militar em Portugal tem de descobrir qual dos três ramos tem o terreno que serve e bater a várias portas. É preciso uma porta de entrada que articule as capacidades dos três ramos, coordene autorizações, agende instalações e assegure condições de confidencialidade industrial. Não é trivial, porque mexe com cadeias de comando distintas e com reguladores diferentes, e é por isso que convém começar agora. O calendário europeu não espera: a campanha seguinte já está marcada para 16 a 20 de Novembro na Suíça, que nem sequer é Estado-membro. Quem vem de fora não compara apenas terrenos, compara prazos de autorização.

Daqui a uma década ninguém se lembrará de quantos convidados estiveram no encerramento. Lembrar-se-á de quanto dos milhares de milhões que vamos gastar ficou cá em forma de engenharia, de patentes e de emprego qualificado. Acolher é um serviço que se presta; sediar é uma posição que se ocupa. Os oito vírgula três por cento não têm de ser o tecto da nossa ambição.

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Vídeo: Militares fazem buscas após colisão de trens na Espanha

A Unidade Militar de Emergência da Espanha realizou buscas nos destroços da colisão entre dois trens de alta velocidade que deixou 69 mortos na quarta-feira (28), na província de Toledo.

O vídeo mostra a operação, com agentes revirando o entulho causado pelo acidente.

Segundo autoridades regionais, mais de cem pessoas permaneciam hospitalizadas após o acidente, enquanto equipes de resgate continuavam os trabalhos na região.

As circunstâncias da colisão seguem sob investigação.

A circulação ferroviária entre Madrid, Ciudad Real e a Andaluzia foi interrompida após o episódio.

Colisão de trem na Espanha deixa pelo menos 69 mortos, diz governo

Pelo menos 69 pessoas morreram após a colisão de dois trens de alta velocidade na província de Toledo, na Espanha, informou um porta-voz do governo regional ao veículo de notícias local CMM Noticias nesta quarta-feira (28).

Esther Padilla, porta-voz do governo regional da planície de Castilla-La Mancha, afirmou que havia 146 passageiros e um bebê em um dos trens, e 397 passageiros no outro.

“O tráfego na linha ferroviária de alta velocidade entre Madri e a Andaluzia foi suspenso após uma colisão traseira entre dois trens”, informou a Adif em uma publicação no X.

O presidente do país, Pedro Sánchez, se pronunciou sobre o acidente nas redes sociais. Ele disse que já está em contato com o ministro dos Transportes, Oscar Puentes, e com o presidente da Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page.

Consternado ante el grave accidente de trenes en Toledo. Permanezco en constante contacto con el ministro de Transportes, @oscar_puente_, y con el presidente de Castilla-La Mancha, @garciapage. Los servicios de emergencia están trabajando sobre el terreno para atender a las personas afectadas y garantizar su seguridad, en coordinación con todas las administraciones implicadas. Mi cariño, solidaridad y apoyo a todas las víctimas y sus familias.

— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) October 28, 2026

O jornal espanhol El País citou testemunhas que relataram vários feridos e a chegada de equipes de emergência ao local. Segundo a reportagem, dois dos vagões envolvidos no acidente teriam saído dos trilhos e caído por um barranco.

De acordo com o El País, o acidente ocorreu pouco depois das 9h, no horário local, entre as cidades de Los Yébenes e Urda, na província de Toledo.

Um porta-voz do serviço de emergência 112 de Castilla-La Mancha informou à CNN que um relato de colisão foi recebido às 8h45 (horário local).

Segundo as informações recebidas, um dos trens, pertencente à empresa Iryo, estava parado ou trafegando em baixa velocidade quando foi atingido por um trem AVE, operado pela Renfe, a companhia ferroviária nacional da Espanha.

Parte do trem AVE saiu dos trilhos, enquanto vários vagões do trem da Iryo descarrilaram, disse o porta-voz, acrescentando que uma unidade militar de emergência foi mobilizada.

Um posto de comando avançado foi montado próximo ao local do acidente.

Paralelamente, em Urda, Toledo, foi aberto um abrigo onde a Cruz Vermelha presta assistência aos feridos e fornece alimentos e outros suprimentos a quem necessita de apoio não médico.

A CNN entrou em contato com ambas as empresas, mas ainda não obteve resposta.

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