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Circulação ferroviária na Linha do Douro interrompida entre novembro e março

VTM

A circulação ferroviária entre Marco de Canaveses e Peso da Régua vai estar suspensa entre 3 de novembro de 2026 e 24 de março de 2027, no âmbito dos trabalhos de modernização da Linha do Douro, da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal. Durante este período, os serviços da CP serão assegurados através de autocarros de substituição.

Segundo a informação divulgada pelo município do Peso da Régua, haverá duas modalidades de transporte rodoviário: uma com autocarros diretos entre Caíde e Peso da Régua e outra com paragem em todas as estações e apeadeiros entre Marco de Canaveses e Peso da Régua.

No Peso da Régua, os passageiros poderão utilizar três paragens. Um fica em frente à estação ferroviária, outro fica na rua de Tondela, junto ao posto territorial da GNR, e o terceiro fica na paragem de autocarro à saída do apeadeiro de Moledo.

A autarquia alerta para o facto de os tempos de viagem poderem sofrer alterações em função das condições de trânsito e meteorológicas. Não será permitido o transporte de bicicletas, trotinetes ou cadeiras de rodas no serviço rodoviário de substituição. Por outro lado, será permitido o transporte de animais de companhia de pequeno porte, desde que acondicionados num contentor apropriado. Não serão aceites bilhetes de grupo.

Os passageiros devem consultar os horários e as informações atualizadas nos canais oficiais da CP para planearem as suas deslocações durante o período de interrupção do serviço ferroviário.

Esta intervenção, que se insere no processo de modernização da Linha do Douro, tem como objetivo melhorar as condições de segurança, conforto e qualidade do serviço ferroviário.

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“Proteger a Peneda-Gerês é garantir condições para que as pessoas continuem a viver, trabalhar e investir neste território”

O governo aprovou o novo Programa Especial do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), que atualiza as regras de gestão e proteção deste território, com “o objetivo de conciliar a conservação dos valores naturais com as necessidades das populações, das autarquias e das atividades económicas tradicionais”.

O diploma aprova também a atualização dos limites geográficos do Parque Nacional e estabelece um enquadramento renovado para a proteção do território, com regras mais claras para a realização de intervenções, a manutenção de infraestruturas essenciais e o desenvolvimento de atividades compatíveis com os objetivos de conservação da natureza.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, considera que esta aprovação “constitui um passo importante para modernizar a gestão do Parque Nacional, corrigir dificuldades identificadas na aplicação das regras existentes e reforçar a relação entre a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais”.

“O Parque Nacional da Peneda-Gerês é um património natural extraordinário, que temos a responsabilidade de proteger. Mas essa proteção não pode significar o afastamento das populações, a degradação das aldeias ou a impossibilidade de manter serviços e atividades essenciais. Queremos um Parque Nacional vivo, onde a conservação da natureza e a presença humana se reforcem mutuamente”, afirma Maria da Graça Carvalho.

A Ministra sublinha que “é fundamental assegurar regras claras, proporcionais e adequadas à realidade do território, que permitam recuperar habitações, manter caminhos, prevenir incêndios e apoiar atividades económicas tradicionais, sem colocar em causa os valores naturais que justificam a proteção do Peneda-Gerês”.

Manutenção de caminhos e prevenção de incêndios

Segundo o governo, o diploma simplifica os procedimentos para a conservação e manutenção de caminhos existentes, essenciais à mobilidade das populações, às atividades agrícolas e florestais e à proteção civil. Facilita ainda a instalação de infraestruturas de vigilância, prevenção e combate a incêndios, incluindo pontos de água de apoio às operações.

O novo Programa Especial “assegura condições para a continuidade das atividades agrícolas, pecuárias, silvopastoris e florestais tradicionais, promove o turismo de natureza e facilita a manutenção e modernização de infraestruturas e serviços públicos essenciais, como o abastecimento de água, saneamento, telecomunicações, energia e equipamentos coletivos”.

No caso do autocaravanismo, estabelece a proibição de áreas de serviço para autocaravanas fora dos parques de campismo e caravanismo. O governo considera, contudo, “importante encontrar soluções organizadas de acolhimento destes veículos, em articulação com os municípios, para evitar o estacionamento descontrolado em zonas ambientalmente sensíveis”.

“O novo enquadramento clarifica ainda as regras aplicáveis às intervenções no território, simplifica procedimentos administrativos e reforça a articulação entre o ICNF, os municípios e as restantes entidades competentes”, conclui o governo.

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Bola de Ouro: em baixa, Vini Jr. fica fora do top 10 de 90% dos votantes

O atacante brasileiro Vini Jr. ficou fora do top 10 da Bola de Ouro na avaliação de 90% dos jornalistas que participaram da votação.

O jogador, de 26 anos, terminou na 17ª colocação do ranking oficial e apareceu entre os dez melhores na lista de apenas 10 dos 100 representantes que participaram da escolha.

O jornalista representante de Mali foi quem melhor avaliou o brasileiro, colocando-o na quinta posição, de acordo com os dados divulgados pelo L’Équipe, jornal francês.

Leia Mais:

Já Cleber Machado, narrador e único representante do Brasil na votação, incluiu Vini Jr. em oitavo lugar.

A Bola de Ouro 2026 aconteceu no início da semana, no London Palladium, em Londres, na Inglaterra. A cerimônia marcou a 70ª edição da tradicional premiação organizada pela revista francesa France Football, em parceria com a Uefa.

Harry Kane, do Bayern de Munique e da seleção inglesa, conquistou o troféu pela primeira vez. O atacante marcou 73 gols na temporada.

Confira top 30 oficial da premiação

  • 1º: Harry Kane – Bayern de Munique e Inglaterra
  • 2º: Kylian Mbappé – Real Madrid e PSG
  • 3º: Lamine Yamal – Barcelona e Espanha
  • 4º: Rodri – Barcelona e Espanha
  • 5º: Lionel Messi – Inter Miami e Argentina
  • 6º: Kvara Kvaratskhelia – PSG e Geórgia
  • 7º: Dembélé – PSG e França
  • 8º: Haaland – Manchester City e Noruega
  • 9º: Olise – Bayern de Munique e França
  • 10º: Fabián Ruíz – PSG e Espanha
  • 11º: Jude Bellingham – Real Madrid e Inglaterra
  • 12º: Pau Cubarsí – Barcelona e Espanha
  • 13º: Achraf Hakimi – PSG e Marrocos
  • 14º: Vitinha – PSG e Portugal
  • 15º: Declan Rice – Arsenal e Inglaterra
  • 16º: Ferran Torres – Barcelona e Espanha
  • 17º: Vini Jr. – Real Madrid e Brasil
  • 18º: Marc Cucurella – Chelsea e Espanha
  • 19º: João Neves – PSG e Portugal
  • 20º: Willian Pacho – PSG e Equador
  • 21º: Gabriel Magalhães – Arsenal e Brasil
  • 22º: Lautaro Martínez – Inter de Milão e Argentina
  • 23º: Nuno Mendes – PSG e Portugal
  • 24º: Luis Díaz – Bayern de Munique e Colômbia
  • 25º: Marquinhos – PSG e Brasil
  • 26º: Dayot Upamecano – Bayern de Munique e França
  • 27º: Bruno Fernandes – Manchester United e Portugal
  • 28º: Julián Quiñones – Al-Qadsiah e México
  • 29º: William Saliba – Arsenal e França
  • 29º: Sadio Mané – Al-Nassr e Senegal

Vini Jr. aceita proposta e renova contrato com o Real Madrid até 2032

 

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Kane ganhou Bola de Ouro com 28 pontos de diferença para o segundo colocado

Harry Kane, ganhador da Bola de Ouro da revista “France Football”, ficou apenas 28 pontos na frente do segundo colocado. A premiação foi realizada na última segunda-feira (26), em Londres, na Inglaterra.

A “France Football” divulgou a pontuação final dos concorrentes nesta sexta-feira. Harry Kane contabilizou 1055 pontos, no primeiro posto. O segundo colocado foi o francês Kylian Mbappé, astro do Real Madrid, que somou 1027 pontos.

O jovem Lamine Yamal, do Barcelona, completou o “pódio” da Bola de Ouro, com 881 pontos. Na sequência do “Top 10” aparecem: Rodri (726 pontos), Lionel Messi (612), Kvaratskhelia (541), Dembelé (418), Haaland (378), Olise (296) e Fabián Ruiz (201).

Como funciona a votação

A “France Football” escolhe um júri formado por 100 jornalistas, sendo um de cada país dentre os 100 melhores colocados no Ranking da Fifa. Os profissionais, geralmente, são editores-chefes ou especialistas em futebol de um renomado veículo de comunicação.

Cada jornalista elabora um ranking com os 10 melhores jogadores da última temporada. Mas os atletas são selecionados entre 30 nomes já estabelecidos.

Cada posição do ranking escolhida pelos profissionais gera uma pontuação diferente. Os pontos são somados para definir o grande ganhador da Bola de Ouro. O primeiro colocado de cada ranking leva 15 pontos. A sequência funciona da seguinte forma: 12 pontos (para o segundo colocado), 10, 8, 7, 5, 4, 3, 2 e um ponto.

Números incríveis

Harry Kane teve uma temporada 2025-26 extraordinária pelo Bayern de Munique, sendo o principal destaque ofensivo da equipe. Na Bundesliga, disputou 31 partidas, marcou 36 gols e deu cinco assistências, conquistando pela terceira vez consecutiva o prêmio de artilheiro do Campeonato Alemão.

Na Liga dos Campeões, Kane também apresentou um desempenho impressionante, marcando 14 gols e dando duas assistências em 13 jogos. Sua capacidade de finalização, seu posicionamento dentro da área e sua eficiência nas oportunidades de gol foram fundamentais para a campanha do Bayern, que chegou às semifinais da competição.

No total, pelo Bayern de Munique, Harry Kane disputou 51 partidas, marcou 61 gols e distribuiu sete assistências em todas as competições. Além disso, conquistou a Bundesliga e a Copa da Alemanha, recebendo também a Chuteira de Ouro europeia como maior goleador dos campeonatos nacionais do continente.

Os números consolidaram a temporada 2025-26 como a melhor de sua carreira em termos de gols marcados.

Bola de Ouro 2026: Vini Jr. fica fora do top 15 de melhor do mundo

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Cleber Machado votou em Messi para Bola de Ouro; veja top 10 do jornalista

Os votos do narrador Cleber Machado, único jornalista brasileiro a participar da votação da Bola de Ouro, foram revelados pelo jornal francês L’Équipe.

O brasileiro escolheu Lionel Messi como seu favorito ao prêmio, enquanto Harry Kane, vencedor da edição, apareceu apenas na quarta posição de sua lista.

O atacante brasileiro Vini Jr., que terminou em 17º lugar na classificação final, ocupou a oitava posição na votação de Cleber. Kylian Mbappé e Rodri completaram os três primeiros colocados do ranking do narrador.

Veja a lista completa dos votos de Cleber Machado

  • 1. Lionel Messi
  • 2. Kylian Mbappé
  • 3. Rodri
  • 4. Harry Kane
  • 5. Michael Olise
  • 6. Lamine Yamal
  • 7. Erling Haaland
  • 8. Vini Jr.
  • 9. Ousmane Dembélé
  • 10. Khvicha Kvaratskhelia

A Bola de Ouro 2026 aconteceu no início da semana, no London Palladium, em Londres, na Inglaterra.

A cerimônia marcou a 70ª edição da tradicional premiação organizada pela revista francesa France Football, em parceria com a Uefa.

Harry Kane, do Bayern de Munique e da seleção inglesa, conquistou o troféu pela primeira vez. O atacante marcou 73 gols na temporada.

No feminino, Alexia Putellas, do London City Lionesses e da seleção espanhola, levou o prêmio.

Confira top 30 oficial da premiação

  • 1º: Harry Kane – Bayern de Munique e Inglaterra
  • 2º: Kylian Mbappé – Real Madrid e PSG
  • 3º: Lamine Yamal – Barcelona e Espanha
  • 4º: Rodri – Barcelona e Espanha
  • 5º: Lionel Messi – Inter Miami e Argentina
  • 6º: Kvara Kvaratskhelia – PSG e Geórgia
  • 7º: Dembélé – PSG e França
  • 8º: Haaland – Manchester City e Noruega
  • 9º: Olise – Bayern de Munique e França
  • 10º: Fabián Ruíz – PSG e Espanha
  • 11º: Jude Bellingham – Real Madrid e Inglaterra
  • 12º: Pau Cubarsí – Barcelona e Espanha
  • 13º: Achraf Hakimi – PSG e Marrocos
  • 14º: Vitinha – PSG e Portugal
  • 15º: Declan Rice – Arsenal e Inglaterra
  • 16º: Ferran Torres – Barcelona e Espanha
  • 17º: Vini Jr. – Real Madrid e Brasil
  • 18º: Marc Cucurella – Chelsea e Espanha
  • 19º: João Neves – PSG e Portugal
  • 20º: Willian Pacho – PSG e Equador
  • 21º: Gabriel Magalhães – Arsenal e Brasil
  • 22º: Lautaro Martínez – Inter de Milão e Argentina
  • 23º: Nuno Mendes – PSG e Portugal
  • 24º: Luis Díaz – Bayern de Munique e Colômbia
  • 25º: Marquinhos – PSG e Brasil
  • 26º: Dayot Upamecano – Bayern de Munique e França
  • 27º: Bruno Fernandes – Manchester United e Portugal
  • 28º: Julián Quiñones – Al-Qadsiah e México
  • 29º: William Saliba – Arsenal e França
  • 29º: Sadio Mané – Al-Nassr e Senegal

“Messi é o maior da história, não há mais dúvida”, decreta Scaloni

 

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Ouro recua e bate mínima em mais de um ano com preocupações com IA

O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (30) em queda robusta, atingindo a mínima em cerca de um ano, em meio a uma venda generalizada das ações de tecnologia diante de preocupações com gastos com inteligência artificial e de à renovação dos temores inflacionários.

Na Comex, divisão de metais da Nymex (bolsa de Nova York), o ouro para dezembro encerrou em queda de 3,3%, a US$ 3.898,9 por onça-troy, enquanto a prata para dezembro recuou 5,9%, a US$ 49,276 por onça-troy.

Na semana, a queda foi de 2,71% e 2,90%, respectivamente. Em outubro, o ouro caiu 6,9% e a prata recuou 13,51%.

O metal dourado caiu abaixo de US$ 4 mil a onça, batendo o valor mais baixo desde setembro de 2025. A Capital Economics atribui o movimento às perspectivas de um Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) mais hawkish e a apreensão em relação à IA.

O setor tem acumulado perdas após resultados trimestrais decepcionantes na semana, como o da Alphabet e Intel.

A Capital prevê que os preços vão recuar para a faixa de US$ 3.600 até o fim do próximo ano, “com o estouro da bolha do mercado de ações de IA prestes a assustar ainda mais os investidores em ouro”.

Na mesma linha, o Saxo avalia que essa onda de vendas no setor de tecnologia aumenta o risco de liquidação também no mercado de metais preciosos, à medida que investidores podem se desfazer de posições para cobrir perdas e levantar recursos.

Além disso, as preocupações com a inflação elevada seguem no radar. Os preços do petróleo voltaram a avançar diante de novos bombardeios no Oriente Médio, enquanto as negociações diplomáticas seguem nos bastidores.

A alta amplia as expectativas de inflação persistente e as apostas em uma política monetária mais restritiva, vetores que continuam a pesar sobre o ouro, de acordo com a DHF Capital.

A prata, por sua vez, também teve perdas fortes e bateu a mínima desde novembro de 2025.

*Com informações de Dow Jones Newswires

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É no Minho onde se vive mais tempo

É no Minho, mais concretamente na região do Cávado, que agrega os concelhos de Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terra de Bouro e Vila Verde, que é maior a esperança de vida à nascença em Portugal, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística hoje divulgados.

Segundo o relatório consultado por O MINHO, relativo ao triénio 2023-2025, no Cávado a esperança de vida à nascença é de 83,06 anos. Um valor superior à média nacional que foi estimada em 81,85 anos, sendo 79,22 anos para os homens e 84,26 anos para as mulheres.

A nível nacional, estes dados representam, relativamente a 2022-2024, um aumento de 0,28 anos (3,4 meses) para os homens e de 0,26 anos (3,1 meses) para as mulheres.

“No triénio 2023-2025, a esperança de vida à nascença mais elevada registou-se na região Norte, para o total da população (82,31 anos), para os homens (79,83 anos) e para as mulheres (84,57 anos)”, sublinha o INE, sendo que a sub-região do Cávado é que a volta a ter, tal como nos últimos três anos, a maior longevide: 83,06 anos.

No Alto Minho, a esperança média de vida à nascença é de 81,92 anos e no Ave de 82,23.

Esperança de vida aos 65 anos

A esperança de vida aos 65 anos em Portugal, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população. Aos 65 anos, os homens podiam esperar viver 18,49 anos e as mulheres 21,55 anos, o que corresponde a um aumento de 0,13 anos para os homens e 0,19 anos para as mulheres relativamente a 2022-2024.

Por região NUTS II, no triénio 2023-2025, a esperança de vida aos 65 anos mais elevada registou-se na região Norte para o total da população (20,49 anos), para os homens (18,93 anos) e para as mulheres (21,75 anos).

Por região NUTS III, o Cávado e a Região de Coimbra registaram os valores mais elevados da esperança de vida aos 65 anos: 21,28 e 20,99 anos, respetivamente. 

No Alto Minho, é de 20,78 anos e no Ave de 20,57.

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Calor e escassez de chuva fazem baixar previsão de produção de vinho

VTM

A avaliação da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) aponta para uma quebra face às estimativas iniciais, devido às temperaturas elevadas, à falta de água nos meses mais quentes e à perda de volume das uvas. Ainda assim, os indicadores analisados permitem perspetivar vinhos de qualidade elevada.

De acordo com o relatório da ADVID, o ano vitícola começou com um inverno ameno e abundante em chuva, que permitiu acumular água no solo. A partir da primavera, porém, a precipitação tornou-se escassa e os termómetros registaram valores superiores aos habituais. Em julho não choveu nas três estações meteorológicas acompanhadas pela associação, enquanto setembro prolongou o cenário de calor e secura, com duas ondas de calor e défices de precipitação que variaram entre 74,2% e 89,5%, consoante a sub-região.

A evolução do tempo acelerou o desenvolvimento da videira e o amadurecimento das uvas. Nas parcelas de referência da ADVID, os trabalhos de colheita decorreram entre 18 de agosto e 16 de setembro, antes do período habitualmente observado. Apesar de a água acumulada durante o inverno ter ajudado a sustentar a vinha durante parte do ciclo vegetativo, os efeitos da falta de humidade acentuaram-se no verão, com episódios de escaldão e desidratação dos bagos.

A primeira estimativa, calculada através do método polínico, situava a produção entre 243 mil e 272 mil pipas. A evolução do ciclo e os danos provocados pelo calor conduziram a uma revisão em baixa, colocando a previsão final abaixo do patamar inferior inicialmente considerado.

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Muro da Avenida do Douro deverá estar concluído em junho

VTM

A intervenção, financiada integralmente pelo Fundo Ambiental, representa um investimento de 7,3 milhões de euros e foi visitada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

A obra, aprovada em 2024, deveria estar terminada este ano, mas as condições meteorológicas adversas e a complexidade dos trabalhos condicionaram a execução. Segundo a governante, trata-se de uma intervenção exigente do ponto de vista da engenharia, numa zona marcada pela erosão das margens do Douro, pela força das correntes e pela água que escorre das encostas.

“Vai ficar muito mais sólida e muito mais segura do que o que estava”, afirmou Maria da Graça Carvalho, explicando que a estrutura anterior tinha cerca de 30 anos. A intervenção recorre a novas tecnologias e materiais para reforçar a resistência da infraestrutura e melhorar a segurança da estrada e de quem circula naquela zona.

A Avenida do Douro, uma das principais vias de acesso à cidade, foi cortada ao trânsito devido a um abatimento de piso e à derrocada do muro de suporte em 2024.

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Fórum debate desafios das mulheres no empreendedorismo

VTM

O encontro reuniu mulheres com negócios em diferentes áreas, num espaço de partilha de experiências e identificação de dificuldades, com o objetivo de perceber de que forma a autarquia pode apoiar as suas necessidades.

Mafalda Lopes Mendes, vereadora da Câmara de Alijó, explicou que a iniciativa pretende dar voz às empreendedoras do concelho e avaliar a possibilidade de realizar encontros semelhantes com regularidade. “O nosso papel é de escuta ativa”, afirmou, acrescentando que “ouvimos as dificuldades no dia a dia da mulher, porque sabemos que pesa muito sobre ela, principalmente quando tem um negócio e ainda tem que fazer toda a gestão familiar e pessoal”.

A vereadora conta que, durante o encontro, uma das participantes resumiu esse desgaste numa frase que a marcou. “Já não sei quem sou”, disse a participante, refletindo a dificuldade em encontrar tempo para si própria.

Entre as participantes encontravam-se profissionais de áreas distintas, como a agricultura, os transportes, a restauração, o alojamento local, a contabilidade, a advocacia, a estética e os cabeleireiros. Para Mafalda Lopes Mendes, esta diversidade permite conhecer realidades diferentes e reconhecer o contributo destas mulheres para a economia e a sociedade local.

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Feira Berço D’Ouro reuniu cerca de 60 expositores

VTM

Cerca de 60 expositores e feirantes participaram na segunda edição da Feira Berço D’Ouro, em Santa Marta de Penaguião. Os dados são da autarquia e apenas das inscrições a dois dias da iniciativa.

Entre os participantes esteve António Gonçalves, agricultor da região, que levou cebolas, nabiças e feijão, produtos cultivados na sua própria horta. Foi a primeira vez que participou numa feira deste género e a expectativa era conseguir algum rendimento adicional. “Aproveitamos para ganhar aqui mais alguma coisinha”, explicou à VTM, num contexto em que, segundo referiu, a venda das uvas também não tem compensado como desejava.

Amélia Prior, residente no concelho, apresentou produtos caseiros, como marmelada e bolos, enquanto a sua prima disponibilizou roupa em segunda mão e trabalhos de Natal. Para a participante, a feira é uma oportunidade para quem produz em pequena escala e para os consumidores que procuram preços mais acessíveis. “É bom para todos, para o concelho e para nós, que fazemos as coisas”, considerou, defendendo a continuidade da iniciativa.

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Profissionais e estudantes refletiram sobre os desafios do setor vitivinícola

VTM

Subordinada ao tema “O Rumo do Vinho em Portugal”, a iniciativa foi organizada pela Associação Nacional de Estudantes de Enologia e Viticultura (ANEEV), em conjunto com a Direção da Licenciatura em Enologia da UTAD, reunindo representantes de várias regiões vitivinícolas do país, profissionais, docentes e estudantes.

Num contexto marcado pelas dificuldades enfrentadas pela atividade vitivinícola, nomeadamente as alterações climáticas e a necessidade de atrair novas gerações, o encontro procurou consciencializar os estudantes para a importância do setor e para as perspetivas de futuro nesta área.

Em declarações à VTM, Filipe Oliveira, presidente da ANEEV, destacou a importância de envolver os jovens na valorização do vinho português e de incentivar a sua entrada no mercado de trabalho, afirmando que “o setor primário é o mais importante”.

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Primeiros estudantes de Medicina já pensam em ficar no interior

VTM

A abertura do mestrado integrado em Medicina da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) concretizou uma ambição antiga da região e abriu uma nova etapa para os 40 estudantes que iniciaram este ano letivo a primeira turma. Entre a adaptação a um método de ensino diferente do habitual e a descoberta da vida académica, os novos alunos estão a experimentar uma formação que pretende aproximar o conhecimento científico da prática clínica desde o primeiro ano.

Afonso Carvalho, de 18 anos, natural de Lordelo, no concelho de Vila Real, já tinha decidido no 12.º ano que queria seguir Medicina. Frequentava a Escola Secundária de São Pedro e a abertura do curso na UTAD, precisamente no ano em que se candidatou ao ensino superior, acabou por ser uma feliz coincidência.

“Foi uma boa oportunidade de ter aberto aqui no ano em que podia candidatar-me ao ensino superior”, afirma. A possibilidade de permanecer em Vila Real também pesou na decisão, sobretudo perante os custos associados a estudar noutra cidade. “De início, estava mais convencido a ir para o Porto, porque muitos dos meus colegas iam para lá e é sempre bom ir acompanhado”, conta. Com o passar do tempo, porém, começou a interessar-lhe a possibilidade de integrar a primeira turma e continuar a viver num ambiente que conhece desde sempre.

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Governo simplifica acesso aos apoios e reforça capacidade de investimento dos viticultores

VTM

Em comunicado, o ministério da Agricultura revela que a medida “reduz a carga burocrática” associada ao processo, permitindo “solicitar o adiantamento da ajuda antes do início dos investimentos e assegurando uma resposta mais rápida às necessidades de tesouraria das explorações, sem comprometer o rigor na gestão dos fundos públicos”.

“Mantêm-se, assim, as exigências de prestação de garantia a favor do IFAP e de execução integral dos investimentos nos prazos definidos”, explica.

De acordo com o comunicado, a portaria procede ainda ao esclarecimento das regras de elegibilidade da intervenção de alteração do perfil do terreno na Região Demarcada do Douro, garantindo uma aplicação mais clara e uniforme do regime em vigor, sem prejuízo das especificidades já previstas para aquela região vitivinícola.

São igualmente introduzidos ajustamentos ao regime excecional de candidaturas da campanha 2026-2027, criado para apoiar os produtores afetados pelos fenómenos meteorológicos adversos registados entre janeiro e fevereiro deste ano.

Para o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, “não faz sentido obrigar um viticultor a iniciar um investimento para só depois poder aceder ao adiantamento do apoio. Com esta alteração, retiramos um obstáculo burocrático e garantimos que os apoios chegam quando são necessários: quando o viticultor decide investir”.

O ministro frisa ainda que “quem quer plantar, reconverter ou modernizar a sua vinha precisa de previsibilidade e liquidez. Estamos a simplificar procedimentos para que os apoios cheguem mais depressa ao terreno, sem abdicar do rigor na gestão dos fundos públicos”.

Esta alteração assume “particular importância” para a campanha em curso, ao permitir uma tramitação “mais célere dos processos e uma execução mais eficaz dos investimentos, contribuindo para uma execução mais rápida e eficaz dos investimentos apoiados e para uma maior capacidade de resposta financeira”, sustenta.

A alteração destas portarias integra uma ação mais ampla do Governo para responder aos desafios imediatos do setor e, em simultâneo, reforçar as suas bases para o futuro. Entre as medidas já adotadas encontram-se, por exemplo, as novas regras de rotulagem, o reforço do controlo e da rastreabilidade, com a criação de um sistema digital de rastreabilidade, o reforço da promoção internacional, a criação do Observatório da Vinha e do Vinho, o Plano de Ação para a Gestão Sustentável e Valorização do Setor Vitivinícola da Região Demarcada do Douro (2026-2032), e a instituição do Dia Nacional da Vinha e do Vinho.

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Harry Kane bate Yamal e Mbappé e saboreia a sua primeira da Bola de Ouro

Final feliz para o herói da casa: Kane recebeu em Londres o maior galardão da carreira até agora. Alexia Putellas é a melhor do mundo pela terceira vez. O londrino Harry Kane tornou-se esta segunda-feira o primeiro inglês a conquistar a Bola de Ouro em 25 anos, na sua cidade natal, depois de superar a forte concorrência de Lamine Yamal e Kylian Mbappé. Alexia Putellas conquistou o prémio feminino pela terceira vez e prolongou o domínio espanhol do troféu, graças ao papel que teve ao levar o Barcelona à Liga dos Campeões da época passada, antes de se mudar para

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Final feliz para o herói da casa: Kane recebeu em Londres o maior galardão da carreira até agora. Alexia Putellas é a melhor do mundo pela terceira vez. O londrino Harry Kane tornou-se esta segunda-feira o primeiro inglês a conquistar a Bola de Ouro em 25 anos, na sua cidade natal, depois de superar
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Metais preciosos: “Perspetiva de longo prazo continua a ser atrativa”, realça Julius Baer

O Julius Baer, um dos principais grupos bancários privados da Suíça, especializado em gestão de património, referiu esta terça-feira 27 de outubro que os riscos de curto prazo nos metais preciosos “parecem inclinados” para o lado negativo, mas a perspetiva de longo prazo “continua a ser atrativa”. Pelo que mantém a sua visão “construtiva” para o ouro e “neutra” para a prata. No mercado cambial o cenário base é de fraqueza do dólar a longo prazo.

“A pressão sobre os metais preciosos persiste, mas não é claro o que está a levar à queda dos preços. Uma possível causa das vendas pode ser a necessidade de os investidores chineses angariarem dinheiro em resposta à repressão do capital offshore”, referiu o Head Next Generation Research do Julius Baer, Carsten Menke.

“Os preços do ouro caíram para perto dos 4.000 dólares/onça, e a prata rompeu a barreira dos 55 dólares/onça. Embora a trajetória da tendência não tenha mudado significativamente desde o pico dos preços no início do ano, não é claro para nós o que está por detrás da recente queda. Normalmente, existe uma forte correlação entre os preços e os stocks de produtos fisicamente lastreados. A compra destes produtos eleva os preços, e a venda reduz-nos. Dito isto, tem havido uma notável desconexão recentemente, particularmente para o ouro”, referiu.

“As reservas de produtos de ouro lastreados fisicamente aumentaram cerca de 70 toneladas desde o verão, enquanto os preços caíram mais de 13%. Também não observámos vendas significativas por parte de investidores especulativos no mercado de futuros. Além disso, os factores habituais, como um dólar norte-americano mais forte ou rendimentos mais elevados dos títulos do Tesouro dos EUA, têm estado ausentes nos últimos dias”, continua.

Carsten Menke salienta que uma “possível fonte de vendas” poderá ser a dos investidores chineses, que são forçados a angariar capital devido à “repressão” do país ao capital offshore. “O pagamento de impostos pode levar à liquidação de parte das suas posições em metais preciosos, criando uma fonte de pressão vendedora que não é imediatamente visível. Esta é uma tese baseada nas últimas notícias disponíveis, no momento da onda de vendas e na pressão mais ampla sobre os ativos chineses. Teriam estas vendas o potencial de levar os metais preciosos a uma queda duradoura? Provavelmente não”, acrescenta. “No entanto, poderiam alastrar para o mundo ocidental, levando os investidores a desfazerem-se também das suas posições”, reforça.

O Head Next Generation Research do Julius Baer, relativamente ao ouro, defende que uma queda abaixo dos 4.000 dólares/onça “provavelmente desencadearia” algumas vendas. “Os riscos de preço no curto prazo parecem estar inclinados para a baixa, mas ainda vemos um cenário de longo prazo bastante promissor. Tanto o ouro como a prata devem ser sustentados pelas preocupações com o endividamento e o peso das taxas de juro nos Estados Unidos. Embora o ouro também beneficie das compras dos bancos centrais, uma forte fonte estrutural de procura, o mesmo não se aplica à prata. Mantemos a nossa visão construtiva para o ouro e neutra para a prata”, diz.

Cenário base do Julius Baer é de um dólar fraco a longo prazo

Já o economista do Julius Baer, David A. Meier, refere que a política francesa “desencadeou uma forte reprecificação” do euro, que “parece estar interrompida” por agora. “A fraqueza do dólar a longo prazo continua a ser o nosso cenário base, mas o caminho para a recuperação do euro pode ser árduo. O franco suíço continua sustentado pelos riscos da zona euro, no meio de possíveis obstáculos decorrentes de uma reprecificação da taxa de juro suíça”, assinala.

“Na segunda quinzena de setembro, o euro sofreu uma pressão significativa devido às preocupações políticas em França. Um alargamento expressivo dos spreads das obrigações do governo francês em relação às obrigações alemãs refletiu a crescente inquietação com os futuros desenvolvimentos políticos e fiscais”, descreve. “Contudo, apesar da contínua ampliação dos spreads em Outubro, o euro tem-se mantido em grande parte lateralizado, sugerindo que os investidores reagiram decisivamente quando os riscos políticos começaram a ganhar destaque”, refere.

“Os mercados de opções fornecem provas deste ajustamento: as reversões de risco do euro moveram-se acentuadamente a favor da protecção contra quedas, atingindo níveis verificados antes da mudança radical na política orçamental da União Europeia (UE)”, salienta o economista. “Desde então, a procura por hedge adicional diminuiu. Um padrão semelhante é visível nos dados de posicionamento especulativo, sugerindo que os investidores adotaram agora uma postura de cautela”, explica.

Face a este contexto o Julius Baer refere que a sua meta de  1,15 para o par euro/dólar norte-americano a três meses “parece ambiciosa”. A instituição salienta que “continua a esperar uma fraqueza do dólar norte-americano a longo prazo”, mas alerta que uma recuperação do euro “pode agora revelar-se mais difícil”.

As dificuldades do euro foram acompanhadas por uma “força renovada” do franco suíço, sublinha. “No início do ano, o franco passou por um período de menor valorização devido à sua crescente desvantagem em relação às taxas de juro, enquanto a sensibilidade aos preços da energia limitou o seu apelo como porto seguro durante o conflito de Hormuz”, diz.

“No entanto, o franco continua a servir como uma proteção fiável contra riscos específicos da zona euro, como ilustrado pela sua dissociação dos diferenciais de taxas durante os acontecimentos recentes. Olhando para o futuro, o franco poderá desvalorizar modestamente se as expectativas em relação às taxas suíças forem reavaliadas. Esperamos ainda que o Banco Nacional Suíço (SNB) mantenha as taxas até meados do próximo ano, enquanto os mercados ainda antecipam uma normalização mais rápida. Qualquer fraqueza resultante do franco deverá ser menos pronunciada do que a implícita na nossa previsão atual de 0,95 para o par euro/franco suíço a três meses”, conclui.

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Harry Kane e Alexia Putellas vencem prêmio Bola de Ouro de 2026

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O atacante Harry Kane e a meia Alexia Putellas são os vencedores da Bola de Ouro, tradicional premiação da revista France Football que condecora os melhores jogadores da temporada no futebol mundial. O anúncio dos ganhadores aconteceu nesta segunda-feira (26) no London Palladium, teatro centenário de Londres.

Nascido na capital inglesa, Kane recebeu das mãos do ex-jogador brasileiro Ronaldo Fenômeno o troféu de maneira inédita na carreira. Ele superou a concorrência dos também atacantes Kylian Mbappé, francês que defende o Real Madrid (Espanha), e Lamine Yamal, espanhol que atua no Barcelona, do mesmo país.

Somando atuações por Bayern de Munique e seleção da Inglaterra, Kane anotou 73 gols em 65 partidas na temporada 2025/2026, que contempla o período entre 3 de agosto de 2025 e 19 de julho de 2026. Somente pelo clube, onde foi campeão alemão e da Copa da Alemanha, o inglês de 33 anos balançou as redes 61 vezes em 51 jogos. Não à toa, também levou o Prêmio Gerd Müller, de melhor atacante, repetindo 2024.

Já Alexia liderou o Barcelona a quatro títulos na temporada: Campeonato Espanhol, Copa da Rainha, Supercopa da Espanha e o principal deles: a Liga dos Campeões da Europa. Ela ainda venceu a Liga das Nações da União Europeia de Futebol (Uefa) pela seleção de seu país.

A meia de 32 anos deixou para trás duas atacantes: a polonesa Ewa Pajor, do próprio Barcelona, e a jamaicana Khadija Shaw, do Manchester City (Inglaterra). Foi a terceira vez que ela levou o prêmio - as anteriores foram 2021 e 2022. Após a última temporada, a 14ª dela no time catalão, Alexia deixou o clube para defender o London City Lionesses (Inglaterra).

Entre os homens, o Brasil teve três indicados entre os 30 finalistas. O atacante Vinícius Júnior, do Real Madrid, ficou na 17ª posição. Gabriel Magalhães, do Arsenal (Inglaterra), foi o 21º, quatro postos a frente do também zagueiro Marquinhos, do Paris Saint-Germain (França).

No feminino, a única representante do país no top-30 foi Lorena. A goleira do Kansas City Current (Estados Unidos) e da seleção brasileira ocupou o 28º lugar. Ela ainda concorreu ao posto de melhor da posição na temporada, entre cinco finalistas, mas a ganhadora foi a espanhola Cata Coll, do Barcelona.

O futebol brasileiro também marcou presença na eleição de melhor time masculino da temporada. Tetra da Libertadores em 2025, o Flamengo acabou superado pelo Paris Saint-Germain, vencedor da Liga dos Campeões da Europa e que conquistou a Copa Intercontinental justamente em cima do Rubro-Negro, nos pênaltis.

Demais vencedores da Bola de Ouro

Troféu Yashin Masculino: Unai Simón - Athletic Bilbao e seleção da Espanha)

Troféu Gerd Müller Feminino: Charlyn Corral - atacante do Pachuca e da seleção do México (50 gols em 49 jogos na temporada)

Time Feminino do ano: Barcelona

Troféu Sócrates (prêmio que reconhece causas sociais): Bukayo Saka, atacante do Arsenal e da seleção da Inglaterra

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Lucas Pinheiro abre temporada com ouro em slalom gigante na Áustria

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Primeiro campeão brasileiro em Olimpíadas de Inverno, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen faturou o ouro na prova de slalom gigante masculino que abriu no último domingo (25) a temporada do circuito internacional de esqui alpino em Sölden (Áustria). Nascido na Noruega, filho de mãe brasileira, Lucas totalizou 1min44s72 nas duas descidas. O brasileiro foi 48 centésimos mais veloz que o suíço Loic Meillard, medalha de prata.. O também suíço Marco Odermatt ficou com o bronze, ao terminar a disputa um centésimo depois que o compatriota.

Logo na primeira descida, o brasileiro cravou 52s40 e foi ainda mais veloz na segunda com o tempo de 52s32. O brasileiro segue invicto no slalom gigante desde o ouro nos Jogos de Milão-Cortina 2026, na Itália. Devido aos fortes ventos em Sölden, o percurso da prova foi encurtado.

"Que alívio poder abrir a temporada dessa forma", disse o esquiador de 26 anos. "Trabalhei muito durante todo o verão. Estive buscando novas motivações, novos caminhos para evoluir a partir do ouro olímpico e do Globo de Cristal do slalom gigante. E estamos mirando novas metas, novos objetivos", concluiu.

O esquiador foi faurou o prêmio Globo de Cristal pela primeira vez na carreira ao encerrar a última temporada (2026/26) na liderança do ranking mundial.

A próxima etapa do circuito de slalom gigante será em Levi (Finlândia) em 15 de novembro. Foi lá que, em novembro do ano passado, Lucas obteve a primeira vitória em etapas da Copa do Mundo competindo pelo Brasil – antes ele defendia a Noruega.

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A burla que manda as vítimas comprar ouro e enterrá-lo na floresta (e resulta)

Bancos noruegueses alertam para um bizarro esquema de fraude em que as vítimas compram ouro físico e o enterram em florestas, para os ladrões virem buscar. Há uma nova burla a atacar os noruegueses, e parece tão bem-sucedida que já a imagino a espalhar-se por regiões florestais em todo o mundo. Porquê florestais? Porque implica seguir as instruções de um desconhecido e deixar o ouro numa floresta, na vaga esperança de que algum duende o guarde enquanto o valor sobe. É um completo disparate, uma completa delícia de ler e, seguramente, uma completa desgraça para quem cai nela. Mas há

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Em Terras de Bouro, ministro garante que horas extraordinárias estão a ser pagas aos professores com normalidade

O ministro da Educação, Ciência e Inovação afirmou hoje que o pagamento das horas extraordinárias aos professores está a ser feito com normalidade e até melhor face ao ano letivo anterior.

“Foram pagas mais horas extraordinárias em outubro relativas a setembro do que no ano passado. Por isso, não há mudança absolutamente nenhuma em relação àquilo que aconteceu no ano passado. O que pode haver, ainda ontem (domingo) identifiquei uma situação, é uma situação em que não foi pedido o cabimento pela escola e não foi pago”, disse Fernando Alexandre aos jornalistas à margem da comemoração dos 50 anos da Escola Básica e Secundária de Terras de Bouro.

Alguns órgãos de comunicação social noticiaram nos últimos dias que os professores não iriam receber nos vencimentos deste mês as horas extraordinárias relativas a setembro, dando conta de que os diretores escolares foram informados pela tutela de que não haveria “cabimento orçamental” e que as horas extraordinárias de setembro só seriam pagas em novembro.

“A escola é que tem de dizer quais é que são os professores que fizeram horas extraordinárias e qual é que é o valor. E perante esse valor não houve nenhuma escola que não tivesse recebido. E por isso, não há absolutamente nada de anormal no pagamento das horas extraordinárias. Felizmente posso dizer isso com toda a segurança”, declarou o ministro.

Os alegados atrasos nos pagamentos das horas extraordinárias aos docentes estão a causar preocupação nas direções das escolas devido ao risco de os professores poderem faltar a estas horas e os alunos ficarem sem aulas, levando também a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a Federação Nacional de Educação (FNE) a criticarem a situação.

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