❌

Reading view

França. Protesto vai reduzir (ainda mais) a margem do Estado

Protestos violentos em várias cidades francesas agravaram a desconfiança dos investidores em relação às contas públicas. Possível corte de "rating" pela Moody's pode atirar mais achas para a fogueira.

© Getty Images

  •  

Notícias e comentadores na TV: são estas as novas popstars?

Entre canais ligados 24 horas por dia, comentários que dominam a viralidade e temas servidos nas conversas de café, a televisão ainda tem poder e a informação é conteúdo precioso?

  •  

8h. Manifestantes voltam a montar tendas no Rossio

Cerca de 100 manifestantes permanecem no local, depois de uma noite marcada pelo diálogo do movimento com a PSP. Ainda, PS vai viabilizar na generalidade a proposta do Orçamento do Estado de 2027.

  •  

CGTP. Convoca greve geral mas não "de forma precipitada"

A central sindical responde ao apelo dos promotores da acampada pela habitação, que pediram uma "greve geral ibérica" para 11 de novembro. UGT ainda não se pronunciou.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"E estamos já a preparar outras ações cujas formas de luta assumem as mais diversas expressões", acrescenta a CGTP
  •  
  •  

7h. Governo acredita que acampadas não têm apoio transversal

Ordem é para os ministros mostrarem obra feita e para responsabilizarem a oposição pelos problemas na habitação. Ainda, depois de vários dias de protestos, Lisboa e Porto acordam com tranquilidade.

  •  

6h. PSP: "Direito à manifestação não justifica ocupação"

Polícia de Segurança Pública fala em "reposição da legalidade em Lisboa e Porto", destaca operação mais pacífica na Invicta. Ainda, André Ventura nega que o Chega tenha recuado na lei do arrendamento.

  •  

Olhão inaugura Centro Municipal de Marcha e Corrida no Estádio Municipal

O Município de Olhão dá mais um passo na promoção do desporto e de hábitos de vida saudáveis com a inauguração do novo Centro Municipal de Marcha e Corrida. A inauguração está agendada para a próxima sexta-feira, dia 23 de outubro, pelas 18:30, nas instalações do Estádio Municipal de Olhão.

O projeto pretende incentivar a prática regular de atividade física, de forma gratuita, dirigindo-se a toda a população, independentemente da idade ou condição física. Integrado na Rede Nacional de Centros de Marcha e Corrida, uma iniciativa conjunta da Federação Portuguesa de Atletismo e do Instituto Português do Desporto e Juventude, o projeto contará, também, com o apoio da Junta de Freguesia de Pechão.

O novo Centro irá disponibilizar acompanhamento técnico especializado todas as terças e quintas-feiras, entre as 18:30 e as 20:00, ajudando os praticantes a alcançar os seus objetivos de forma segura e adaptada.

A autarquia convida toda a comunidade olhanense a marcar presença na cerimónia de inauguração e a dar os primeiros passos rumo a uma vida mais ativa e saudável.

O conteúdo Olhão inaugura Centro Municipal de Marcha e Corrida no Estádio Municipal aparece primeiro em Sempre à Mão.

  •  

França enfrenta onda de violência e governo prepara toque de recolher em cidades

O governo francês anunciou medidas para conter a onda de violência que atingiu diversas cidades do país após manifestações contra o aumento do custo de vida e a deterioração dos serviços públicos. Nesta segunda-feira (19), o primeiro-ministro Sébastien Lecornu pediu que prefeitos adotem toques de recolher em áreas consideradas críticas, enquanto o presidente Emmanuel Macron determinou uma revisão das estratégias de segurança.

Os protestos reuniram mais de 500 mil pessoas no fim de semana, segundo os dados apresentados no balanço das manifestações. Em diferentes cidades, atos inicialmente pacíficos terminaram em confrontos, incêndios, invasões de prédios públicos e saques a estabelecimentos comerciais. Um manifestante morreu, quase mil agentes de segurança ficaram feridos e cerca de 2.400 pessoas foram detidas.

A dimensão dos distúrbios levou o governo a discutir restrições à circulação noturna e à realização de manifestações. Lecornu afirmou que as medidas serão definidas em conjunto com os representantes locais. Marselha já proibiu aglomerações e manifestações entre meio-dia e 20h, enquanto Denain, próxima à fronteira com a Bélgica, estabeleceu toque de recolher noturno até domingo.

O primeiro-ministro descartou, por enquanto, decretar estado de emergência, medida defendida pelo líder dos Republicanos, Bruno Retailleau. Lecornu, no entanto, não excluiu a possibilidade de recorrer ao mecanismo caso as restrições locais não sejam suficientes para conter a violência.

França enfrenta onda de violência e governo prepara toque de recolher em cidades
França tem onda de protestos, incêndios e 272 prisões em apenas um dia | Foto: Rede social

Macron cobra revisão da segurança

Diante da escalada dos confrontos, Macron reconheceu falhas na condução da resposta policial e determinou uma revisão dos procedimentos adotados pelas forças de segurança. O presidente pediu novas estratégias operacionais para impedir a formação de barricadas, os saques e os ataques a estabelecimentos e edifícios públicos.

O ministro do Interior, Laurent Nuñez, admitiu que as autoridades perderam o controle da situação em algumas cidades. Segundo ele, os aproximadamente 60 mil policiais e agentes mobilizados no sábado não conseguiram conter todos os grupos envolvidos nos episódios violentos.

Macron também recusou o pedido de demissão apresentado por Nuñez e cobrou esclarecimentos sobre as falhas de prevenção e inteligência que permitiram a expansão dos distúrbios. Apesar das restrições anunciadas, o ministro afirmou que as medidas não devem afetar a partida entre Paris Saint-Germain e Barcelona, prevista para terça-feira (20), pela Liga dos Campeões.

Manifestações contra o alto custo de vida e a crise na educação se espalham pela França | Foto: Rede social

Louvre fecha as portas após bloqueio

Em Paris, o Museu do Louvre amanheceu fechado nesta segunda-feira após um bloqueio organizado por estudantes da École du Louvre. A direção da instituição confirmou a interrupção das atividades e informou que o fechamento ocorreu em razão da mobilização estudantil.

O movimento também chegou à Sciences Po, universidade localizada no centro da capital, onde estudantes realizaram concentrações e bloquearam acessos. Os atos fazem parte de uma onda de manifestações iniciada semanas antes, com reivindicações por melhores condições nas escolas.

No fim de semana, a mobilização ganhou escala nacional e foi acompanhada por episódios de violência em Paris, Marselha, Lyon e outras cidades. Prédios públicos foram invadidos, uma prefeitura foi incendiada e estabelecimentos comerciais sofreram depredações e saques. Veículos, bicicletas e patinetes também foram queimados.

O impacto econômico preocupa o setor comercial. Mais de 2 mil lojas foram atingidas em todo o país, com prejuízos estimados em centenas de milhões de euros, segundo Alain Di Crescenzo, presidente da Câmara de Comércio. Somente na capital francesa, aproximadamente 400 estabelecimentos foram depredados.

Protesto fecha Louvre, e governo anuncia toques de recolher para conter onda de violência na França | Foto: Divulgação/Rede social

Crise amplia pressão política sobre Macron

A onda de violência também intensificou a disputa política na França, a poucos meses de uma eleição presidencial que não poderá contar com Macron como candidato à reeleição. Marine Le Pen, líder do partido de ultradireita Reunião Nacional, aparece em posição de destaque nas pesquisas de intenção de voto.

Lecornu acusou setores da ultr esquerda de tentar ampliar a instabilidade no país. Le Pen, por sua vez, responsabilizou o partido de Jean-Luc Mélenchon por, segundo ela, legitimar a violência. À esquerda, críticos do governo afirmam que Macron negligenciou as reivindicações sociais que deram origem aos protestos. Já representantes da direita defendem uma reação mais rigorosa contra os responsáveis pelos ataques.

Em artigo publicado no jornal Libération, os prefeitos de Paris, Marselha e Lyon cobraram explicações do governo sobre a preparação das forças de segurança. Os três gestores, ligados à centro-esquerda, afirmaram que a dimensão dos acontecimentos surpreendeu as administrações locais e expôs falhas na proteção de áreas inteiras das cidades.

A crise coloca o governo diante de um duplo desafio: conter os atos de violência e responder às reivindicações que mobilizaram centenas de milhares de pessoas. Enquanto as autoridades avaliam novas restrições, a capacidade de restabelecer a segurança sem ampliar a tensão política permanece no centro do debate nacional.

The post França enfrenta onda de violência e governo prepara toque de recolher em cidades appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Governo antecipa revisão carreiras gerais da função pública

Presidente do STE fez balanço positivo da reunião com o Governo, onde foi acordada a antecipação de várias matérias previstas no acordo com o executivo. Aumentos adicionais ainda em cima da mesa.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

A próxima reunião negocial deverá ocorrer nas duas primeiras semanas de novembro, embora a representante sindical espere que o encontro permita começar a trabalhar sobre as propostas do Governo
  •  

Digger ou Mike Tyson: qual bate mais (ou menos)? — Sugestões

O filme de Iñarritu, com Tom Cruise, e o documentário em quatro partes na Netflix estão em destaque esta semana, mas também há jazz em Guimarães, “Babies” em Inglaterra e ramen no Japão.

  •  

21h. Macron promete punição para manifestantes violentos

Emmanuel Macron fez um discurso à nação sobre as manifestações violentas que ocorreram este fim de semana por toda a França. Ainda, em Lisboa, manifestantes decidiram que vão pernoitar no Rossio.

  •  

7h. Manifestações. Centenas pernoitaram nas ruas

Os manifestantes recusaram-se a abandonar e pernoitaram em tendas na Estação do Rossio, Lisboa, e na Praça Dom João I, Porto. Ainda, milhares de pessoas protestaram também em toda a Europa.

  •  

5h Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia

Onda de manifestações na Europa contra aumento do custo de vida. Em França, houve confrontos, incêndios e pilhagens. Ainda, centenas continuam nas ruas em Lisboa e no Porto em protesto pela habitação.

  •  

3h. "Acampada" no Rossio. PSP não tenciona intervir

No local permanecem centenas de manifestantes, com tendas instaladas em pleno centro da capital. Ainda, Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia contra o aumento do custo de vida.

  •  

15h. Lisboa. Manifestação contra o custo de vida já arrancou

As manifestações no Porto e em Coimbra terminaram, com nova concentração marcada para 24 de novembro, dia da votação do OE. Ainda, no desporto, Iúri Leitão é campeão do mundo de omnium.

  •  
❌