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Já se sabe a data certa da "Noite Estrelada" de Van Gogh?

Estudo sugere que o céu representado por Van Gogh corresponde ao que se podia observar a 22 de julho de 1889. Os investigadores cruzaram astronomia, matemática, meteorologia e cartas do pintor.

O óleo de 73,7 por 92,1 cm de Van Gogh está exposto no Museum de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA)
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CDU: Executivo de Pedro Duarte e PS "acordam tarde"

Sete empresas foram autorizadas a pagar compensações em vez de construir habitação acessível. A CDU lembra que já tinha convocado a Assembleia Municipal para o tema em janeiro.

© JOSÉ COELHO/LUSA

A CDU defendeu "a necessidade de aprofundar as competências do Município do Porto no âmbito da Carta Municipal de Habitação"
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Pintura que Van Gogh fez dois meses antes de morrer e passou os últimos 60 anos escondida pode custar até R$ 900 milhões em leilão

Uma das últimas obras da vida de Vincent Van Gogh (1853-1890), que não foi exposta nos últimos 60 anos, será leiloada em Nova York, nos Estados Unidos. A expectativa é de que os lances para a tela Châtaigniers en fleurs (Castanheiras em flor, em tradução livre), cheguem a US$ 180 milhões (R$ 896 milhões na cotação atual).

A pintura, exposta em Hong Kong no último dia 13 após décadas fazendo parte do acervo de 12 obras dos colecionadores argentinos Nelly Arrieta de Blaquier e Carlos Pedro Blaquier, retrata uma castanheira florida, com um homem – que se assemelha ao autor – caminhando sozinho diante de três mulheres.

Criação

Criada em 1890 na vila francesa de Auvers-sur-Oise durante os dois últimos meses de vida do artista holandês após sua saída do hospital psiquiátrico de Saint-Rémy, a Châtaigniers en fleurs é considerada uma das “mais expressivas e esperançosas desta fase final de sua carreira”, afirma o vice-presidente da casa de leilões Sotheby’s, Scott Niichel, levando em conta as cerca de 70 criações dessa fase.

“Esse frenesi na aplicação da tinta sugere que ele ainda tinha muito a oferecer e que estava com pressa de colocar tudo na tela”, avalia, referindo-se espessura das camadas de tinta.

Recorde

O leilão está marcado para 18 de novembro na Sotheby’s, em Nova York. Se atingido, o valor será recorde para obras de Van Gogh, que morreu aos 37 anos, após um tiro no  peito – o quadro mais caro vendido até agora foi “Pomar de Ciprestes”, arrematado por US$ 117,2 milhões em 2022 (por volta de R$ 583 milhões em valores atuais).

Autorretrato de Van Gogh é descoberto atrás de outra pintura

 

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Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola

A construtora bracarense DST, através da dstangola, é um dos parceiros da ART CUT’26, uma iniciativa internacional que reúne mais de uma centena de artistas e que inaugura, esta quinta-feira, em Luanda, Angola.

A Trienal de Arte das Universidades Católicas é promovida no âmbito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, presidido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça, e envolve 105 artistas, 14 curadores e sete universidades de três continentes, refere a empresa em comunicado hoje enviado a O MINHO.

O apoio do grupo de Braga contempla a realização da exposição em Luanda e a produção de uma obra de arte pública da artista Mónica de Miranda, intitulada Earthworks, que será apresentada na Universidade Católica de Angola.

A instalação, desenvolvida a partir de um projeto apresentado em 2025 na Somerset House, em Londres, Inglaterra, aborda temas como a memória, a ecologia, o território e a relação entre o indivíduo e a comunidade. A participação do dstgroup inclui o apoio técnico e construtivo à produção de estruturas e elementos que integram a obra.

Sob o tema Exercícios de Empatia, a ART CUT’26 pretende promover a reflexão sobre o papel da arte na aproximação entre pessoas, culturas e diferentes formas de pensamento.

Em Luanda, o capítulo da Trienal, intitulado Ubuntu / Humanity, é desenvolvido em colaboração com a Universidade Católica de Angola. Inspirado no conceito africano de Ubuntu, que destaca a interdependência entre as pessoas e a dimensão comunitária da existência, o projeto reúne artistas angolanos e internacionais para refletir sobre identidade, memória, pertença e convivência.

A programação distribui-se por três espaços da capital angolana: a Universidade Católica de Angola, o Palácio de Ferro e o Hotel Globo. O programa inclui exposições, escultura, instalação, cinema, fotografia, vídeo e performance, com a participação de artistas como Mónica de Miranda, Kiluanji Kia Henda, Deborah Stratman, Julianknxx e Sarah Maldoror.

Além das exposições, estão previstas conversas, encontros, visitas comentadas e oficinas, em colaboração com instituições académicas locais, com o objetivo de aproximar a arte dos diferentes públicos e estimular o diálogo com novas gerações de criadores angolanos.

“O projeto, concebido e proposto pelo cardeal Tolentino de Mendonça, entusiasmou-nos por, também em Angola, podermos ajudar todos a interrogarem-se através da arte”, afirma José Teixeira, presidente da DST, citado no comunicado.

O empresário considera que a arte permite encontrar “propósito, sentido e significado” e destaca a sua capacidade de dar a conhecer novas realidades e de proporcionar diferentes formas de liberdade.

A cerimónia inaugural realiza-se às 15:30 de quinta-feira, no polo Palanca da Universidade Católica de Angola, e contará com intervenções de José Teixeira, Nuno Crespo, curador-geral da Trienal, e Maria da Assunção, reitora da instituição. Está também prevista a participação do arcebispo de Luanda, Filomeno do Nascimento Vieira Dias, e do ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.

A exposição estará patente até 20 de dezembro de 2026. A ART CUT’26 estende-se a oito cidades de três continentes, incluindo Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Bogotá, Santiago do Chile, Boston e Milão, e culminará numa apresentação em Veneza, no final de 2027.

A participação nesta iniciativa dá continuidade ao investimento cultural do dstgroup em Angola, onde o grupo tem promovido projetos de valorização da literatura, da língua portuguesa e do acesso ao conhecimento, nomeadamente através do Prémio de Literatura dstangola/Camões.

O conteúdo Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola aparece primeiro em O MINHO.

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Vídeos de ajedrez | Arte con la luz de un candil

No sólo es arte. Además, es artesano. Lo produjo, en los primeros años del siglo XX, uno de los mejores compositores de finales artísticos de todos los tiempos, el francés Henri Rinck (1870-1952). Hoy, las dos maravillas de este vídeo serían relativamente fáciles de elaborar, porque ambas constan de muy pocas piezas, con ayuda de programas informáticos muy potentes que corren en un teléfono móvil y juegan mejor que el campeón del mundo.

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El Rincón de los Inmortales 580
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“Adda venì Vannacci”: chi è davvero il generale e perché una parte d’Italia lo aspetta? Dalla carriera militare alla Lega, il nuovo libro di Francesco Bonazzi indaga il fenomeno politico – L’estratto

È in uscita il 27 ottobre per l’editore Aliberti Adda venì Vannacci. Chi è davvero il Generale e perché una parte d’Italia lo aspetta del giornalista Francesco Bonazzi. Dalla carriera militare ai rapporti con la Lega fino alla nascita di Futuro Nazionale, l’autore passa al vaglio le posizioni di Roberto Vannacci su sicurezza, famiglia, lavoro, immigrazione, Europa. In un ritratto tagliente e a tratti impietoso, in cui non si concedono scorciatoie nemmeno ai suoi avversari, mette alla prova quella promessa di buonsenso che attraversa i suoi discorsi. Per capirlo, sostiene Bonazzi, dargli del fascista non basta. Bisogna leggere ciò che scrive, osservare come si muove e guardare ai vuoti lasciati dalla politica che vorrebbe fermarlo. Pubblichiamo, per gentile concessione dell’editore, un estratto del volume:

Il dividendo dell’incertezza

Il fenomeno FN non è il trionfo della destra identitaria e non è neppure portatore di una qualche identità, come si cerca di far credere. V si piazza a gambe divaricate, sia fisicamente che idealmente, al centro di mille paure fomentate negli anni e indica un nuovo percorso politico e di conquista del potere alla nuova destra nazionalista e xenofoba. La destra di FN è orgogliosa, muscolare, giovane, senza grossi scheletri negli armadi e si rivende come la destra autentica e senza filtro che scaccia la falsa destra accomodante e imborghesita. V è la moneta cattiva che tenta di scacciare la moneta buona, come nella legge di Gresham.

O, se si vuole essere più brutali, come la nuova agenzia di vigilanza che viene ingaggiata dopo che quella presente non ha “performato” in modo adeguato.

In tutti questi mesi V ha tentato di accreditarsi sul mercato dell’offerta politica come la risposta baldanzosa e movimentista, a tratti persino spiritosa e futurista, alla destra grigia di Giovambattista Fazzolari, alla destra familista di Arianna Meloni e Francesco Lollobrigida, alla destra nepotista di Ignazio La Russa, alla destra inefficiente e tromboneggiante di Adolfo Urso, alla destra delle circolari torve e vagamente inquisitorie del ministro Giuseppe Valditara e a quella dandy e leggiadra di Alessandro Giuli.

V è la naturale evoluzione del generale Francesco Paolo Figliuolo, l’eroe della campagna vaccinale, che tutto può e tutto risolve in un delirio di paure inedite e tecnocrazie in divisa, innescato da una classe politica inetta e che non vuole assumersi delle responsabilità che teme essere impopolari.

V è la prosecuzione sui social media del mitico onorevole Giuseppe Tritoni di Vogliamo i colonnelli, impersonato da Ugo Tognazzi. Più che un’identità, la sua destra è un eterno ritorno, una reincarnazione dell’uomo forte, perfetto per un popolo che forse è stato più mussoliniano che realmente fascista. Un popolo che oggi è in una certa misura già pronto a diventare vannacciano.

V pilota con fiero cipiglio questa nuova destra che si proclama efficiente e identitaria, ha gli stivaloni ben piantati nella tradizione italica più retorica e autocompiaciuta,

ma fonda il suo sistema di valori su una categoria farlocca come il concetto di identità e su un’elaborazione teorica debole o inesistente. Questa famosa identità esiste? Non esiste? Alla fine poco importa. Tanto serve solo a escludere.

L’identità e la sua estrema difesa diventano la giustificazione di ogni deriva securitaria, di ogni xenofobia, di ogni pulsione razzista e della fatidica remigrazione.

Senza la bandierina della «nostra identità» restano sul campo, nudi e impresentabili come il culo della scimmia, razzismo, discriminazioni e gli abusi di potere in divisa dell’ICE (Immigration and customs enforcement). Alla fine, come recita uno slogan di chi si è opposto alla polizia speciale di Trump «Police everywhere, justice nowhere» («polizia ovunque, giustizia da nessuna parte»). Vogliamo arrivarci anche in Italia?

L'articolo “Adda venì Vannacci”: chi è davvero il generale e perché una parte d’Italia lo aspetta? Dalla carriera militare alla Lega, il nuovo libro di Francesco Bonazzi indaga il fenomeno politico – L’estratto proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Falar mal de professores no WhatsApp dá indemnização?

Uma aluna suspensa por conversas privadas ganhou o processo contra o colégio de Braga. Já em Milão, a Monalisa surge de peito nu com cicatrizes para alertar para o cancro da mama.

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Puentes y aeronáutica: la colección ingenieril del Prado

Al fondo de «La Torre del Oro», de David Roberts, se percibe la silueta del puente de Barcas de Sevilla, una estructura construida por los almohades en el siglo XII, a partir de barcas amarradas entre sí por unas gruesas cadenas que sostenían los tablones que conformaban la pasarela. Fue la única unión entre esta ciudad y Triana durante casi 700 años. También en un detalle del «Luis XIV» de Hyacinthe Rigaud, se aprecia el histórico puente de Jambes sobre el río Mosa, al pie de la actual Bélgica. Y en la «Vista de Zaragoza» de Martínez del Mazo se muestra el puente de Piedra arruinado a causa de la tremenda crecida del río Ebro en 1643. «La presencia de la ingeniería en el arte nos habla del grado de desarrollo de la sociedad del momento, o del ojo del artista capaz de fijarse en infraestructuras importantes e interesantes para su creación», explicaba ayer Alfonso Palacio, director adjunto de Conservación e Investigación del Prado, durante la presentación de un nuevo itinerario. Hasta el 21 de febrero, el visitante podrá observar la colección permanente desde un nuevo ángulo: «La ingeniería en el Prado: un puente entre el arte y la técnica».

Las pinturas mencionadas al inicio de este artículo son algunas de las 29 obras que componen esta nueva perspectiva, piezas en las que caminos, puentes, puertos, molinos, recintos fortificados y otras infraestructuras ocupan un lugar destacado. Desarrollado en colaboración con la Fundación Fhecor, y comisariado por los ingenieros Javier León y Francisco Javier Fernández, el itinerario se extiende por las tres plantas del Edificio Villanueva, y abarca obras de entre el siglo XV y finales del XIX. «El objetivo era difundir que la ingeniería está en todas partes, es algo evidente de la vida diaria, y lo mismo ocurre en el Prado», resume Fernández, matizando que la selección se ha realizado «de manera que hubiese un recorrido lógico por las diferentes salas del museo, y que no fuesen las grandes obras de la colección que ya todo el mundo visita».

Se incluyen así pinturas tan dispares como «El Tránsito de la Virgen», de Andrea Mantegna –incluye el puente que constituía la entrada principal a Mantua–, «Ascensión de un globo Montgolfier en Aranjuez», de Antonio Carnicero –representa una obra de ingeniería aeronáutica, inédita en el XVIII–, o «La pradera de San Isidro», en la que Goya incluyó el puente de Segovia y el pontón de San Isidro de Madrid. Unas piezas que responden, dicen los comisarios, a tres bloques. En primer lugar, el que agrupa las obras donde la protagonista absoluta es la ingeniería, como en «El puente de Martorell», de Mariano Ramón Sánchez. Por otro lado, están las obras donde la ingeniería desempeña el papel de testigo mudo de la escena principal, como es el caso de la pintura de Goya. Y el tercer bloque es el que requiere de un mayor nivel de observación, pues son aquellas en las que encontrar la ingeniería resulta todo un reto, pues está prácticamente oculta. «Es muy interesante este último grupo, nos hace preguntarnos qué quiso el artista al incluir esos detalles», apunta Fernández, refiriéndose al que se cree como el Puente Buriano de Arezzo en la «Mona Lisa» del Prado, del taller de Da Vinci.

© Museo del Prado

«Ascensión de un globo Montgolfier en Aranjuez», obra de Antonio Carnicero

© EFE

Presentación de 'La ingeniería en el Prado: un puente entre el arte y la técnica', una nueva mirada sobre sus colecciones
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Nacen los Premios Camino: el arte figurativo reivindica su lugar

El arte figurativo ya tiene sus premios, pero lo que más sorprendió a los exclusivísimos invitados de estas tres noches, fueron las puestas en escena de las ceremonias de entrega de estos premios, porque no es habitual que super marcas como Cinco Jotas, Porsche, la bodega Abadia Retuerta y Lladró entre otras, se unan en un mismo espacio para hacer de la entrega de premios con ceremonias ricas, riquísimas no solo de arte, sino de gran lujo.

Gabriel Suárez lo explica: “Esto es una incitativa que hemos tenido Alejandra Arias, mi socia y yo para poner en valor a los artistas que crean arte figurativo en España ya que se apuesta más por el arte conceptual y extracto que por el figurativo” y añade: “Y hemos querido hacerlo con marcas artesanales que se preocupan de hacer las cosas con mucho mimo y que han sabido ver esta fórmula para conectar con gente con sensibilidad”.

Esta combinación resultó perfecta y por poner un ejemplo del escenario para el evento, la tercera noche se desarrolló en un espacio impresionante como lo fue la casa destinada al acto en Boadilla del Monte, una casa que solo pisándola se puede uno percatar que existen chalés de este calibre en una de las zonas más tradicionales de las afueras de Madrid. Esto es solo la entrada al chalé:

Enrique Valero, CEO del hotel y bodegas Abadía Retuerta me cuenta el porqué de la presencia de sus vinos en este evento de arte tan exclusivo: “Nosotros no vemos el vino solo como un producto, sino como un conjunto de cualidades que van relacionadas con la cultura, el arte, con el sitio en donde se produce el vino. Tenemos una abadía del siglo XII. Estar cerca del arte es introducir nuestro producto fuera de nuestro propio sector, de nuestra propia industria, con gente como la que está aquí hoy para acercarles de una manera especial nuestro producto, hablando de valores, del tiempo, de la memoria. Siempre nos ha gustado estar cerca del arte, tenemos una buena colección con más de ciento cincuenta piezas y también tenemos un programa que se basa en la relación con artistas y galerías, coleccionistas y realizamos una actividad en la residencia al año, editamos libros, etc. etc."

Biljana Maksimovic, directora de marketing de Cinco Jotas: “Puede parecer que el mundo de jamón de bellota cinco jotas y el mundo del arte estén alejados, pero no es así. Tenemos muchos valores compartidos, nuestra marca tiene mucha herencia artesanal, tantos como ciento cincuenta años y siempre buscando la excelencia en cada pieza. Nosotros la protegemos, pero la queremos llevar a los tiempos de ahora y allí es en donde los artistas juegan un papel fundamental porque son los que mejor entienden la cultura contemporánea. Hace años hemos realizado colaboraciones con diferentes artistas que nos ayudan a reinterpretar nuestro producto”.

Los premios esta noche se los llevaron dos artistas: Ana Barriga e Imon Boy. Ana atendió a La Razón: “Yo no me presenté a un proyecto, pero los organizadores conocen mi trayectoria. Llevo doce años dedicada al mundo del arte, soy andaluza, mi trabajo se mueve a nivel internacional, en países como Dubai, Korea, Los Ángeles, México…Inicié mi trayectoria en Sevilla al ganar varios concursos empezaron a conocer mi obra. Mi obra es muy bonita y ¡no te la puedes perder! (risas). Yo creo en las segundas oportunidades y trabajo con objetos de deshecho, eso que en algún momento ha tenido un valor para nosotros y que por lo que sea te lo encuentras en un mercadillo de segunda mano tirada en el suelo. Eso lo rescato, lo pinto lo ensamblo, lo rompo, juego con ello, hago una composición y ese en mi boceto. Yo soy pintora de bodegón, pero las piezas las actualizo con las inquietudes que tengo, como las tiene cualquier persona: el sexo, la religión, las relaciones sociales, la política, la educación… y todo esto lo reflejo utilizando diferentes materiales para darle vida a mi idea”.

Fueron tres noches para reconocer la excelencia y abrir nuevos caminos. La Colección Mingo-Monsalve acogió el 20 de octubre la primera de las citas, dedicada a la excelencia y la consolidación artística. Ángel Mateo Charris, nacido en Cartagena en 1962, recibió el Premio al Mejor Artista Consagrado, mientras que Ángeles Agrela, nacida en Úbeda en 1966, fue distinguida con el Premio a la Mejor Artista Consagrada.

El 21 de octubre, la Colección Arias Rego fue el escenario de una jornada dedicada a la memoria, la generosidad y la responsabilidad social del arte. Manolo Quejido, nacido en Sevilla en 1946 y figura fundamental del arte contemporáneo español, recibió el Premio a la Trayectoria. Por su parte, John Holland, galería de Lepe (Huelva), fue distinguida con el Premio al Proyecto Benéfico, que puso el foco en la capacidad del arte para contribuir al bienestar colectivo y la difusión de la cultura y el arte en la región.

La tercera noche, se celebró el 22 de octubre en una ubicación secreta del norte de Madrid, una joya arquitectónica creada por Inhabitat. La velada estuvo dedicada a las nuevas generaciones y al futuro de la creación. Imon Boy, nacido en Málaga en 1991, recibió el Premio al Mejor Artista Emergente y Ana Barriga, nacida en Jerez de la Frontera en 1984, el Premio a la Mejor Artista Emergente. La jornada reconoció también el diálogo entre cultura y empresa con el Premio a la Mejor Colaboración Marca/Artista, otorgado a 5J e Ignasi Monreal, como ejemplo de las posibilidades creativas que surgen de la colaboración entre una marca y un artista.

La primera edición contó con un jurado integrado por Guillermo Pérez Villalta, Fernando Botero Zea, Chema de Francisco y Sema D’Acosta.

Los Premios Camino contaron con el apoyo de marcas de prestigio internacional como Porsche, Cinco Jotas, Vistalegre, Lladró, Artika, Abadía Retuerta, Inhabitat y Andbank. Su participación contribuyó a reforzar la dimensión cultural, económica y simbólica del proyecto, así como su apuesta por generar nuevas sinergias entre el arte, la empresa y la sociedad.

Los galardones entregados en los Premios Camino, así denominados en homenaje a Machado, fueron creados por la poeta Sara Bueno.

Y tal como lo reconocieron sus organizadores, los Premios Camino nacieron para abrir una nueva senda en el reconocimiento del arte figurativo. Su primera edición convirtió esa aspiración en un punto de partida para seguir conectando el arte con la sociedad y reivindicando su lugar en la cultura de nuestro tiempo.

© Imagen Alicia Romay

Ana Barriga recibe el premio Camino de manos de Alejandra Arias y Gabriel Suárez

© Imagen Alicia Romay

Entrada al chalé en donde se entregaron los premios de arte figurativo Camino

© Imagen Alicia Romay

Enrique Valero CEO Bodegas Abadía Retuerta

© Imagen cedida por Premios Camino

Manolo Quejido recogiendo el Premio de manos de Alejandra Arias
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El Prado, museo de Caminos, Canales y Puertos: las obras de ingeniería que esconden las obras maestras de Da Vinci, El Greco o Goya

'Vista de Zaragoza' (1647), de Juan Bautista Martínez del Mazo.

Detrás de la enigmática mirada de la Mona Lisa que custodia el Museo del Prado –aquella salida del taller de Leonardo da Vinci con idéntica pericia pero mejor cutis que la parisina–, el ojo común suele perderse en las brumas azuladas del sfumato toscano. Sin embargo, si se baja la vista hacia el costado derecho del paisaje, un diminuto viaducto de arcos de piedra resiste el paso de las aguas y de los siglos. Está ahí, exacto y calculable, tal y como aún hoy se alza en la campiña italiana. se trata del Ponte Buriano, un paso de piedra del siglo XIII sobre el río Arno cuyas bóvedas rebajadas llamaron la atención de Da Vinci por su eficaz respuesta a las crecidas fluviales.

Ese puente no es un capricho decorativo o. escénico: es ingeniería civil. Y es precisamente esa mirada –la del compás, la cimbra y el trazado topográfico– la que ahora propone el Prado con su nuevo recorrido temático: La ingeniería en el Prado: un puente entre el arte y la técnica.

La iniciativa, organizada en colaboración con la Fundación Fhecor –dedicada al estudio y la difusión de la historia de la ingeniería– y visitable hasta el 21 de febrero de 2027, invita a recorrer las tres plantas del edificio Villanueva siguiendo el rastro del cálculo y la construcción a través de 29 cuadros fechados entre el siglo XV y finales del XIX. Los ingenieros Francisco Javier León y Francisco Javier Fernández Pozuelo, comisarios de la propuesta, se han dedicado a peinar sala a sala las paredes del museo para demostrar que el arte y la técnica jamás fueron disciplinas estancas.

"La ingeniería está en todas partes, y eso que el Prado no recoge la explosión de las obras de ingeniería del siglo XIX", ha advertido este lunes Fernández Pozuelo durante la presentación de la exposición con el entusiasmo del perito que descubre un plano oculto bajo capas de barniz. "¿Qué quiso el artista? ¿Por qué lo puso ahí?".

Del protagonismo absoluto al detalle en lontananza

El itinerario no fuerza lecturas anacrónicas sino que desgrana la relación entre el creador y la transformación del territorio a través de tres niveles de protagonismo. En el primero, la obra civil se adueña del cuadro: es el caso de la teatral Perspectiva de un anfiteatro romano, firmada al alimón por Viviano Codazzi y Domenico Gargiulo, o las minuciosas vistas de Mariano Ramón Sánchez, como El puente de Molins de Rey y el Puente de Martorell, donde la sillería y el arco son el centro de gravedad visual y conceptual.

En un segundo escalón, las infraestructuras operan como el escenario reconocible que fija el pulso de la vida urbana o devocional. Andrea Mantegna recurre a la arquitectura civil para enmarcar El Tránsito de la Virgen, del mismo modo que Francisco de Goya y José del Castillo levantan la fisonomía de la capital en sus respectivas versiones de La pradera de San Isidro, donde los puentes sobre el Manzanares ordenan la perspectiva y dan escala a la multitud festiva.

El tercer grupo exige la paciencia del observador. En retratos de aparato como el majestuoso Luis XIV de Hyacinthe Rigaud, en La Huida a Egipto de El Greco o en la Sagrada Familia, llamada la Perla de Rafael, las construcciones se repliegan hacia la lejanía. Pero no son manchas al azar: dotan de profundidad geométrica a la escena, canalizan la fuga de la mirada y actúan como símbolos silenciosos de orden, frontera o civilización.

Lienzos como actas notariales

Más allá de su innegable valor plástico, las pinturas del Prado funcionan como actas notariales de infraestructuras transformadas por el paso del tiempo o borradas de la faz de la tierra. La precisión de los maestros antiguos ha permitido a los ingenieros de Fhecor recomponer la memoria material de un país que a menudo olvida lo que levanta.

Los ingenieros Francisco Javier León y Francisco Javier Fernández Pozuelo, comisarios de la propuesta, han peinado el Prado sala a sala en busca de buenos ejemplos de obra civil

En la imponente Vista de Zaragoza (1647), Juan Bautista Martínez del Mazo no solo capturó el perfil urbano de la capital aragonesa: documentó al detalle las cicatrices, reparaciones y reformas del histórico puente de piedra sobre el Ebro tras las embestidas de las riadas. Otro tanto ocurre con Antonio Joli, de quien se exponen dos lienzos de 1759 que muestran la Partida de Carlos de Borbón a España: uno desde la dársena y otro mar adentro. El cotejo de ambas perspectivas permite reconstruir la morfología histórica de las defensas y muelles del puerto de Nápoles en el instante exacto en que el futuro Carlos III zarpaba para ceñirse la corona española.

El recorrido rinde también tributo a los fantasmas de la técnica. En el Díptico con 42 vistas monumentales de ciudades españolas, de Genaro Pérez Villaamil, asoma la silueta del mítico artificio de Juanelo Turriano, el colosal ingenio hidráulico de ruedas y cucharas que subía el agua del Tajo hasta el Alcázar de Toledo y del que apenas sobreviven legajos y bosquejos mecánicos. En otros casos, la pintura actúa como elegía involuntaria: el citado Puente de Molins de Rey de Mariano Ramón Sánchez es el mejor registro visual de una estructura dieciochesca que sucumbió definitivamente a la devastadora riada del Llobregat en 1973.

De la tierra al aire

No todo es piedra y mortero. Entre los 29 hitos seleccionados late también la fascinación por las nuevas fronteras de la física. Es inevitable detenerse ante la Ascensión de un globo Montgolfier en Aranjuez (1784), de Antonio Carnicero, la única pieza de ingeniería aeroespacial que custodia la pinacoteca. El lienzo inmortaliza el primer vuelo aerostático tripulado en suelo español ante la atenta mirada de la corte de Carlos III, una proeza técnica que culminó con un aparatoso aterrizaje y que Carnicero congeló con la exactitud de un cronista moderno.

"Acercar al ciudadano la construcción de las cosas es uno de los objetivos que recoge la muestra", subraya el comisario Javier León. Las infraestructuras no solo hablan de hormigón, madera o hierro; narran el funcionamiento de las sociedades, sus prioridades productivas y la perpetua ambición humana por desafiar los límites orográficos.

El Prado y Fhecor redondearán este diálogo el próximo 16 de diciembre con dos conferencias monográficas dedicadas a la historia de los puentes y su imbricación con la pintura. Hasta entonces, quien cruce las puertas de Villanueva no necesitará casco de obra, pero sí afinar la mirada: descubrirá que, mucho antes de que existieran las facultades de caminos, los grandes genios del óleo ya sabían calcular el peso del mundo.

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“Ai bambini non mancano gli stimoli, ne hanno troppi. Manca un tempo di qualità che noi non diamo loro”: Don Davide Banzato racconta in un libro le paure dei bimbi e le domande a cui gli adulti non sanno rispondere

“Il bambino uscì sul balcone e alzò gli occhi al cielo. Quella sera le stelle sembravano infinite: E io che posto ho in tutto questo?”. È la domanda che si pone il protagonista del libro “Come una stella nel cielo” di Don Davide Banzato, pubblicato da Mondadori Electa e pensato per bambini a partire dai 7 anni.

Don Davide Banzato è un sacerdote della Comunità internazionale Nuovi Orizzonti fondata da Chiara Amirante, conduttore e autore di diversi libri. Un storia delicata che nasce dal desiderio di parlare ai più piccoli di smarrimento, paura, crescita e accompagnarli alla scoperta della propria strada da seguire.

Perché non sono soltanto gli adulti posso sentirsi persi. Anche un bambino può attraversare momenti di perdizione e interrogarsi sul proprio posto nel mondo o ha bisogno di qualcuno che lo aiuti a comprendere tutto ciò che lo circonda. A volte significa semplicemente essere davanti a qualcosa di nuovo, che ancora non sappiamo interpretare. Per un bambino può essere la separazione dai genitori, un cambiamento, la paura di non essere accettato, la perdita di una persona cara.

Nel libro di Don Davide Banzato, il protagonista trova nel dialogo con il proprio angelo custode un punto di riferimento capace di ascoltare e accompagnarlo. È un dialogo tra chi educa e chi cresce, tra domande e silenzi, soprattutto quando “la luce si spegne e scende la notte”, metafora di quei momenti della vita in cui tutto sembra più difficile da comprendere.

Chi siamo, dove stiamo andando, che cosa dà valore alla nostra vita sono i punti cardini del libro tratto da un’esperienza personale di Don Davide, vissuta insieme al nipote durante un’escursione in montagna, a circa 3.000 metri di altezza.

Intervista a Don Davide Benzato

Don Davide com’è nata l’idea di scrivere un libro per bambini che parli di smarrimento?

“È nata prima di tutto da un’esperienza molto concreta. “Come una stella nel cielo” è legato al rapporto con mio nipote Luca e al desiderio di provare a raccontare, con il linguaggio semplice e immediato dei bambini, alcune delle grandi domande che in realtà ci accompagnano per tutta la vita”.

Ci sono momenti in cui tutti, piccoli e grandi, possiamo sentirci smarriti. Ci chiediamo: dove sono? Dove sto andando? Chi mi vuole davvero bene? E soprattutto: sono solo?

“La storia della piccola stella nasce proprio da qui. Si perde, non riesce più a ritrovare la strada, ma proprio attraverso quel viaggio scopre qualcosa di fondamentale: anche quando noi non vediamo più la strada, non significa che la strada non esista. E anche quando ci sembra di essere soli, c’è un Amore che continua a cercarci e ad accompagnarci. In fondo è una piccola parabola. Ho cercato di raccontare ai bambini, attraverso una storia, ciò che il Vangelo ci ripete continuamente: nessuno di noi è perduto agli occhi di Dio”.

Un libro che è un invito non solo ai bambini, ma anche agli adulti per riscoprire un legame invisibile tra cielo e terra, attraverso immagini poetiche ispirate ai Testi Sacri?

“Sì, ed è forse una delle cose a cui tengo di più. Formalmente è un libro per bambini, ma mentre lo scrivevo mi sono accorto che molte delle domande della piccola stella erano anche le nostre. Noi adulti spesso abbiamo imparato a nascondere le domande dietro le nostre sicurezze, gli impegni, il lavoro, la frenesia quotidiana. I bambini invece hanno ancora il coraggio di chiederci: perché siamo qui? Dove va una persona quando muore? Dio dov’è? Perché esiste il dolore? Il cielo è davvero così lontano?

Sono domande immense. Per questo ho voluto che le immagini poetiche della storia fossero attraversate dalla Parola di Dio, senza trasformare il racconto in una lezione. La Bibbia stessa utilizza continuamente immagini: la luce, le stelle, il cielo, la strada, il buio, il seme, il mare…

Sono immagini capaci di parlare a un bambino e, nello stesso tempo, di riaprire nel cuore di un adulto domande che forse aveva smesso di farsi. Il cielo e la terra, nella prospettiva cristiana, non sono due mondi estranei. C’è un legame invisibile che li unisce. E forse abbiamo bisogno di tornare ad alzare lo sguardo per accorgercene. Il libro è scritto proprio pensando sia ai bambini sia agli adulti sia perché nasca un dialogo tra loro“.

In un tempo nel quale i bambini sono immersi da una realtà veloce, piena di immagini, informazioni e stimoli, cosa manca e di cosa hanno bisogno per crescere?

“Ora rispondo a questa intervista dal Madagascar dove mi trovo in missione. Qui in Africa c’è un detto che dice: “Voi occidentali avete l’orologio. Noi abbiamo il tempo”. Credo che oggi ai bambini non manchino gli stimoli. Semmai ne hanno troppi. Manca un tempo di qualità che noi non diamo loro. Che noi da bambini avevamo. E che dobbiamo recuperare.

Manca qualcosa di molto più semplice e prezioso: il tempo. Il tempo dell’ascolto, dello stupore, del silenzio, della relazione. Il tempo per fare una domanda senza ricevere immediatamente una risposta da uno schermo. Un bambino può avere accesso in pochi secondi a una quantità di informazioni che una volta sarebbe stata impensabile. Ma conoscere tante cose non significa necessariamente imparare a vivere.

Per crescere abbiamo bisogno di sentirci amati. Abbiamo bisogno di qualcuno che ci guardi negli occhi, che ci ascolti, che ci aiuti a dare un nome alle emozioni, alle paure, ai sogni. Abbiamo bisogno di imparare che non tutto deve essere immediato, che una difficoltà può essere attraversata, che una caduta non è la fine e che il nostro valore non dipende dai risultati, dall’apparenza o dall’approvazione degli altri.

E credo che i bambini abbiano un bisogno enorme anche di stupore. Se perdiamo la capacità di stupirci davanti a un tramonto, a una stella, al mare, a un gesto gratuito d’amore, rischiamo di avere tantissime informazioni sulla vita senza riuscire più a percepirne la meraviglia“.

Che risposte mancano agli adulti di oggi a tal punto da non riuscire a trasmetterle ai bambini?

“Forse prima ancora delle risposte manca la disponibilità a confrontarsi con le grandi domande. Noi adulti siamo diventati bravissimi a spiegare ai bambini come funziona il mondo, ma molto più fragili quando dobbiamo provare a dire loro perché vale la pena viverci.

Possiamo insegnare come avere successo, come essere competitivi, come raggiungere un obiettivo. Ma facciamo più fatica a rispondere a domande come: chi sono? Quanto valgo? Cosa rende davvero felice una vita? Cosa faccio quando soffro? Cosa rimane quando perdo qualcuno che amo? C’è una speranza più forte della morte?

E un bambino percepisce immediatamente se ciò che gli diciamo è qualcosa che abbiamo imparato oppure qualcosa che cerchiamo di vivere. Per questo credo che la grande sfida educativa non sia trovare formule perfette da consegnare ai più piccoli. È tornare noi adulti a cercare ciò che è essenziale. Non possiamo indicare ai bambini una stella se abbiamo smesso noi per primi di guardare il cielo.

Come raccontare ai bambini il valore della vita? Prima di tutto facendoglielo sperimentare. Un bambino comprende che la vita è preziosa quando sente che la sua vita è preziosa per qualcuno. Quando si sente accolto, ascoltato, perdonato, incoraggiato. Quando scopre che non deve conquistarsi l’amore dimostrando continuamente di essere il migliore.

Poi possiamo raccontargli che ogni persona è unica e irripetibile. Che non esiste nessuno al mondo che possa prendere esattamente il suo posto. Che dentro ciascuno di noi c’è una luce che può diventare dono per qualcun altro. Ed è proprio questa una delle immagini che attraversano “Come una stella nel cielo”: una piccola luce può sembrare insignificante davanti all’immensità della notte, eppure può diventare un punto di riferimento per qualcuno che sta cercando la strada.

Ai bambini direi questo: non pensare mai che la tua vita sia troppo piccola per fare qualcosa di grande. E forse dovremmo ricordarlo anche noi adulti. Perché il valore di una vita non si misura dal successo, dalla fama o da quanto possediamo. Si misura dalla capacità di amare e di lasciarsi amare. Ed è questa, alla fine, la luce che nessun buio può spegnere.

L'articolo “Ai bambini non mancano gli stimoli, ne hanno troppi. Manca un tempo di qualità che noi non diamo loro”: Don Davide Banzato racconta in un libro le paure dei bimbi e le domande a cui gli adulti non sanno rispondere proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Un libro per rompere il blackout dell’Avana: così la letteratura sfida l’embargo contro Cuba

Agosto 2026. L’Avana compie cent’anni dalla nascita di Fidel Castro, ma non c’è parata o celebrazione ufficiale che possa nascondere il buio profondo in cui è sprofondata la capitale cubana. L’isola galleggia drammaticamente in una fame energetica cronica e in un blackout quasi perpetuo, tra cumuli di rifiuti bruciati agli angoli delle strade, la piaga insidiosa delle droghe sintetiche come il químico che rode la gioventù e i frigoriferi tristemente spenti nelle case delle famiglie. L’embargo economico e commerciale degli Stati Uniti, inasprito ulteriormente dalla morsa feroce di Trump e della sua cerchia di poteri forti a Wall Street, rappresenta una corda stretta implacabilmente attorno alla gola del popolo cubano. A questo si sommano le inefficienze interne e una burocrazia asfissiante che complicano ogni giorno la sopravvivenza. Di fronte a questo scenario, l’ignavia dell’Unione Europea e del governo italiano è assordante, un silenzio complice che dimentica troppo in fretta quando le Brigate Mediche Cubane sono arrivate in Italia durante la pandemia di Covid-19 per salvare vite umane senza chiedere nulla in cambio. Non si può permettere che i falchi di Washington decidano arbitrariamente se un intero popolo debba vivere o morire, ed è fondamentale spezzare le catene di questo criminale blocco economico.

In questo spaccato di resistenza quotidiana e di stridenti contraddizioni, si inserisce il viaggio di Alessandro Casolari, firma de L’Osservatorio sulla Repressione, e di Silvia Zaramella, insegnante e scrittrice ferrarese. Diciassette giorni vissuti non da semplici turisti in cerca di svago, ma da ospiti accolti nella casa della dottoressa Surama, una donna di sessant’anni nel cuore ferito della Habana Vieja, a due passi da Plaza Vieja. Dall’Italia i due viaggiatori hanno portato con sé ventitré chili di farmaci preziosissimi, tra antibiotici e analgesici. Un piccolo grande sforzo che, come ha raccontato lo stesso Casolari, è sembrato all’inizio come tentare di svuotare l’oceano con un cucchiaino di plastica. L’impatto umano ed emotivo è stato tremendo per chi, militante da una vita, si è ritrovato a fare i conti con vecchi combattenti della Rivoluzione ridotti in condizioni di estrema miseria. Ma la solidarietà autentica non si gira mai dall’altra parte quando incontra le crepe della storia: le affronta direttamente e cerca soluzioni concrete e praticabili.

Ed è proprio in questo contesto che la storia trova una rotta precisa e trasformativa. In calle San Ignacio, lo Stato cubano ha ceduto un antico edificio di epoca spagnola ai Comités de Defensa del Barrio con un obiettivo nobile e ambizioso: trasformarlo in una mensa di quartiere attiva trecentosessantacinque giorni all’anno, pensata per garantire tre pasti quotidiani alle fasce più fragili e indifese della popolazione locale. Il grande ostacolo da superare è rappresentato dall’energia. La struttura possiede già dei pannelli solari installati, ma per renderli pienamente operativi e del tutto indipendenti dalla traballante rete elettrica statale, occorrono commutatori e cavi specifici. Senza questi componenti tecnologici fondamentali, i pannelli restano totalmente inerti e i fornelli rischiano di spegnersi prima ancora di accendersi.

Di fronte alla richiesta d’aiuto lanciata dalla dottoressa Surama, la risposta è arrivata in modo inaspettato ma potentissimo dal mondo della cultura e della letteratura. Ad aprile, Silvia Zaramella ha pubblicato con la prestigiosa casa editrice Sensibili alle foglie di Renato Curcio il romanzo intitolato Perfetto. Si tratta di un’opera intensa, amara e ironica, che racconta la storia di una quarantenne ferrarese il cui mondo viene sconvolto dall’arresto improvviso del fidanzato. Un diario lucido e profondo sulla solitudine, sulla capacità di rialzarsi tra le nebbie della provincia, sulla complessità della vita quotidiana e sul necessario rifiuto dell’ossessione tossica per la perfezione. Per finanziare l’acquisto immediato dei commutatori necessari alla mensa, è nato così il progetto solidale battezzato Un libro per Cuba. L’autrice ha messo a disposizione ben centottanta copie del proprio romanzo. Se nelle librerie e online il valore commerciale del volume sarebbe di quattordici euro, per questa specifica campagna di solidarietà viene offerto al prezzo speciale di dieci euro. Non si tratta di un semplice sconto promozionale, ma di un invito caloroso affinché la cultura e l’amore fraterno siano davvero alla portata di tutti.

L’intero ricavato di questa lodevole iniziativa sarà devoluto interamente, senza intermediari o costose passerelle retoriche, all’acquisto dei dispositivi elettrici per la mensa popolare cubana. È una filiera cortissima che unisce idealmente la pianura padana alle strade vibranti e dolenti dell’Avana. Con soli dieci euro non si sta semplicemente comprando un libro da leggere con passione, ma si sta donando un pasto caldo, un sorriso sincero e un briciolo di speranza concreta a chi, in questo momento storico drammatico, affronta difficoltà inimmaginabili. Si sta letteralmente trasformando l’inchiostro in pane. Sfogliando le pagine di questo romanzo, il lettore saprà che, grazie al proprio contributo, dall’altra parte del mare qualcuno stasera siederà a tavola con una preoccupazione in meno e una luce nuova nel cuore.

Ci sono storie che meritano di essere lette, e storie che meritano di essere cambiate. Oggi hai l’opportunità di fare entrambe le cose con un unico, semplicissimo gesto d’amore. Non restiamo inerti a guardare l’oceano o a voltarci dall’altra parte. Partecipa anche tu a questa catena di umanità, sostieni la mensa popolare e stringiti con forza al popolo cubano. Per avere il libro, sostenere la campagna e fare una donazione diretta, è possibile utilizzare il bonifico bancario tramite IBAN o visitare il link ufficiale su Instagram per tutte le informazioni di dettaglio. La spedizione dei volumi viene effettuata comodamente con la modalità Piego di Libri, ed è sufficiente scrivere un messaggio diretto sulla pagina Instagram dedicata per concordare l’invio.

Link Instagram del progetto e per ordinare il libro: https://www.instagram.com/p/DeuI7arjUaC/
IBAN per il versamento e sostegno della campagna: IT51F3253203200006572007406
Spedizione: Gestita tramite Piego di Libri (scrivere direttamente in privato su Instagram per concordare i dettagli).

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“Crystal Lake”: uma série tão boa que mete medo? — Sugestões

É uma espécie de prequela de “Sexta-feira 13” e está entre as propostas do Pop Up para os próximos dias. Mas também há Douglas Stuart, Norm Macdonald, filmes sobre alpinimsmo e doces portugueses.

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“Tutti mi davano del ciula, ma io lo rifarei”: la vita pazzesca del rocker Ricky Gianco che è stato “battezzato” da Adriano Celentano

Se qualcuno mi chiedesse quali album mettere nella top ten di tutti i tempi, gli altri nove così su due piedi non saprei dirli, ma È rock ‘n’ roll di Ricky Gianco ci sarebbe senza indugi e pure in posizione altissima. Se non conoscete l’album (Gianco spero di sì, altrimenti sono dolori) andate su Youtube a cercarlo.

C’è tutto intero e pure di buona qualità. Oppure aprite lo scrigno autobiografico di Ricky, Non si può smettere di sognare, appena uscito in libreria per Baldini e Castoldi. Lì del disco del 1991 inciso a Los Angeles con Jeff Porcaro dei Toto a dirigere un’orchestra mostruosa, mezza sezione fiati dei Tower of Power, James Burton alla chitarra, Giorgio Gaber, Gino Paoli e Pino Donaggio a duettare con Gianco nei più incredibili brani rock italiani di fine cinquanta inizio sessanta, ci sono parecchi ricordi inediti di quella trasferta americana.

Del resto l’autobiografia di Gianco curata da Paolo Crespi è una macchina dei ricordi continua, riff personali e familiari di chitarra, graffi di rock limpidi e leonini come il timbro southern di Gianco stesso. Sfogli Non si può smettere di sognare (titolo, per inciso, che richiama il brano Non si può smettere di fumare) e rivedi Riccardo Sanna piccino nella Milano del dopoguerra, ciuffo e jeans, ugola d’oro minorenne nelle estati di Varazze, che spicca il volo tra gli ingranaggi della musica leggera italiana mentre sta diventando essa stessa un’industria gigantesca. Precipitati dallo swing (a Gianco piaceva il pezzo Crapa Pelada), dal jazz, Elvis e Ricky Nelson (da cui la trasformazione di Riccardo in Ricky), il rock italiano e le sue timide tracce, la sua curiosa ribellione sociale e culturale ante cantautorato.

“Tutti mi davano del ciula ma io lo rifarei”, canta Ricky proprio nel brano fiume È rock ‘n’ roll. Strani tizi con camici bianchi a registrare dischi, contratti che svolazzano, celentani che si incazzano. Gian Franco Reverberi e la Ricordi, Gian Pieretti (Il vento dell’est, Pietre) sodale storico, risse e pantomime al Cantagiro tra le vecchie ugole e i nuovi ragazzini del rock, le chiacchiere con John Lennon e Paul McCartney, Mike Bongiorno che accudisce in diretta tv il rocker con i basettoni finito all’ospedale, Andreotti che (probabilmente) lo fa riformare e scappare dalla naia. Poi, appunto, c’è Celentano con Il Clan. Gianco è tra i fortunati (o sfortunati) che hanno sfiorato l’Adriano dei 24mila baci. Il Molleggiato e la sua etichetta lo vogliono nel 1961 poi lo vampirizzano (Pregherò e Sei rimasta sola, bastano?). Nessun rancore, per carità, Celentano toglie la “r” alla parlata di Riccardo poi una notte gli telefona e gli dice di cambiare cognome: “che ne dici di Gianco?”. Però la storia è curiosa.

Dà, toglie, ridà di nuovo. Gianco incontra nei primi settanta Gianfranco Manfredi (“indimenticabile compagno di strada”, nel libro) ed è come se la ribellione rock and roll si fondesse naturalmente e plasticamente con l’iconoclastia politica anni settanta. Ascoltate Precipito, che poi tornerà nel 1979 live nel film Liquirizia di Salvatore Samperi con Gianco Jack Blues prima di John Belushi, in Cavallina rock o Siamo tutti nella merda, per capire un concept come Zombie di tutto il mondo unitevi (1977) e uno come l’Arcimboldo (1978). Gianco attraversa sempre a suo modo, sempre da ribelle, “non mi piace questo mondo che non vuole la fantasia” sia Sanremo, tre le partecipazioni alla “messa cantata della canzone italiana” tra cui la soul track Accidenti con il Supergruppo; il cinema – oltre a Liquirizia appare pure in un porno -; e perfino il Controfestival (vero!) di Mantova nel 2004 perché di là il “Festival” lo organizza Tony Renis. Lui dice: “Tutto ciò che ho realizzato è frutto dell’amore, degli sbagli e della passione”. Onesto, sincero, generoso Ricky.

Non c’è fiele per nessuno nell’autobiografia, solo gioia “per aver visto la luce”. E un capitolo che è un brano, solo testo (se la pagine potessero suonare), lungo lungo, quattro pagine: Un amore. È la canzone fiume stralunata, sporcacciona e malinconica che Gianco scrive dopo qualche anno di silenzio. Un capolavoro. Ascoltata dal vivo in un centro sociale tanti anni fa con Gianco e la sua instancabile chitarra a tracolla. Alla faccia dell’AutoTune.

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