Pentagon quietly muzzles NATO allies on Moscow threat as Trump prepares major European troop drawdown: report
Pentagon officials have in recent weeks asked several NATO countries to tone down their rhetoric regarding the threat posed by Russia

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Pentagon officials have in recent weeks asked several NATO countries to tone down their rhetoric regarding the threat posed by Russia

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O Governo anunciou o lançamento de uma parceria-público privada (PPP) para a construção do novo Hospital de Barcelos, segundo um despacho hoje publicado em Diário da República.
Segundo o despacho, consultado por O MINHO, esta PPP “terá por objeto exclusivamente a componente infraestrutural do Novo Hospital de Barcelos-Esposende, ficando expressamente excluídas do seu âmbito a gestão do estabelecimento hospitalar e a prestação de cuidados de saúde, as quais permanecerão sob responsabilidade da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende”.
O despacho, assinado pelo secretário de Estado da Gestão da Saúde, Francisco Pinheiro Catalão, começa por destacar que “o programa do XXV Governo Constitucional prevê a concretização de investimentos fundamentais na área da Saúde, nos quais se incluem a construção de novos hospitais, designadamente, o Hospital de Barcelos-Esposende”.
“O mesmo Programa do Governo prevê, também, o objetivo de promover uma saúde mais próxima e um reforço de parcerias que ampliam a capacidade de resposta assistencial, designadamente com recurso a parceiros do setor privado”, acrescenta.
“O Decreto-Lei n.º 111/2012, de 23 de maio, na sua redação atual, permite ao Estado transferir para um parceiro privado os riscos de conceção, construção, financiamento, conservação e exploração de uma infraestrutura ao longo do seu ciclo de vida, desde que esse modelo demonstre vantagem face a formas alternativas de contratação”, pode ler-se.
Nesse contexto, o Governo incumbe a Administração Central do Sistema de Saúde de “preparar e submeter uma proposta devidamente fundamentada para o estudo e preparação do lançamento de uma PPP destinada à conceção, projeto, construção, financiamento, conservação e manutenção do Novo Hospital de Barcelos-Esposende”.
O despacho destaca que “a parceria público-privada referida no número anterior terá por objeto exclusivamente a componente infraestrutural do Novo Hospital de Barcelos-Esposende, ficando expressamente excluídas do seu âmbito a gestão do estabelecimento hospitalar e a prestação de cuidados de saúde, as quais permanecerão sob responsabilidade da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende, E. P. E., nos termos das respetivas atribuições e competências legais”.
E acrescenta: “A definição do enquadramento assistencial da futura unidade hospitalar, designadamente do seu posicionamento na rede do Serviço Nacional de Saúde, do perfil assistencial, dos níveis de diferenciação, da articulação com as demais unidades de saúde e da integração nas redes de referenciação hospitalar, será proposta pela Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde”.
“A definição dos requisitos clínicos e funcionais da futura infraestrutura hospitalar deve ter por referência os pressupostos assistenciais identificados nos termos do número anterior, assegurando a sua adequação às necessidades de saúde da população, à organização integrada dos cuidados de saúde, à capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde e à evolução previsível das necessidades assistenciais, competindo à Administração Central do Sistema de Saúde, I. P., em articulação com a Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende, E. P. E., assegurar a respetiva incorporação nos estudos e documentos preparatórios da eventual parceria”, conclui o despacho.
A proposta fundamentada deve ser remetida ao Governo até ao dia 01 de março de 2027.
O conteúdo Governo lança parceria público-privada para construção do novo hospital de Barcelos aparece primeiro em O MINHO.
Ramaswamy said during a campaign appearance in Vandalia, Ohio, on Thursday that the ad’s planned run was over

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California Governor Gavin Newsom addressed the president in a statement beginning: ‘A warning to Donald Trump’

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California Governor Gavin Newsom addressed the president in a statement beginning: ‘A warning to Donald Trump’

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California Governor Gavin Newsom addressed the president in a statement beginning: ‘A warning to Donald Trump’

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Os preços em Espanha subiram 4,9% em outubro, comparando com o mesmo mês de 2025, segundo uma estimativa divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol.
Se se confirmar a estimativa, a taxa de inflação em Espanha em outubro foi igual à registada no mês anterior (setembro).
Esta é a taxa mais alta de inflação no país desde fevereiro de 2023, mês em que atingiu os 6%, segundo os dados do INE.
Quanto à inflação subjacente (sem a energia e os produtos alimentares frescos, tradicionalmente os mais voláteis do cabaz de compras), o INE estima que foi de 3,1% em outubro, a mesma registada em setembro.
Segundo o INE, a evolução dos preços este mês deveu-se, sobretudo, aos combustíveis, que “diminuíram mais do que em outubro de 2025”.
Espanha tem em vigor descontos de 20 cêntimos por litro no gasóleo e de cinco cêntimos na gasolina desde o início de setembro.
O governo espanhol anunciou no final de agosto um desconto de 20 cêntimos por litro no gasóleo, após este combustível ter aumentado 15,7% em julho.
Por outro lado, o desconto na gasolina foi reduzido de 10 cêntimos por litro em agosto para 5 cêntimos por litro em setembro.
Estes descontos fazem parte de um plano de resposta ao impacto da guerra no Médio Oriente em vigor desde março e que o Governo de Espanha reformulou no final de junho.
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quinta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia e Itália, e em sentido contrário aos da Alemanha no prazo mais longo.
Às 08:30 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,834%, contra 3,823% na quinta-feira.
Os juros a cinco anos também subiam, para 3,412%, contra 3,400%.
No mesmo sentido, os juros a dois anos avançavam, para 3,130%, contra 3,114% na véspera.
Em sentido contrário, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, caíam, para 3,350%, contra 3,354%.
Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia e Itália às 08:30:
2 anos…5 anos…10 anos
Portugal
30/10…….3,130…3,412…..3,834
29/10…….3,114…3,400…..3,823
Espanha
30/10…….3,194…3,493…..3,981
29/10…….3,179…3,474…..3,966
Grécia
30/10…….3,199…3,746…..4,323
29/10…….3,171…3,707…..4,288
Itália
30/10…….3,550….4,059…..4,529
29/10…….3,507….4,017…..4,497
Fonte: Bloomberg Valores de ‘bid’ (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.
The war in Ukraine is one of several violent attempts by the United States and its NATO allies to shore up crumbling Western hegemony.
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The war in Ukraine is not an isolated conflict. It is one of several violent attempts by the United States and its NATO allies to shore up crumbling Western hegemony.
Former U.S. Army Lt. Col. Earl Rasmussen says the war in Ukraine is one front in a broader international conflict that is aimed at preserving a world order once dominated by a global minority of Western powers, primarily the United States.
Rasmussen, a West Point graduate and teacher, has for many years worked as an independent consultant for international business partnerships. Originally from Minneapolis, he has over 30 years’ experience in research and development, technology integration, and business management. He has lived and traveled extensively in over 30 countries and has strong international relationships.
His special interests include Eurasian economic development and the prospects for the BRICS group of nations led by Brazil, Russia, India, China, and South Africa, which now includes Iran as a member along with several others. The BRICS+ comprises about half of the globe’s population and economy.
Rasmussen’s consultancy work focuses on the impact of conflicts around the world.
He contends that the U.S. and its Western allies are tacitly driving a worldwide agenda to prevent the multipolar order from succeeding their hegemonic unipolar order.
Rasmussen says it is not a coincidence that the U.S. and its Western partners are involved in multiple concurrent aggressions.
Ukraine, Iran, Gaza, Lebanon, Yemen, Cuba and Venezuela, together with tensions in Latin America, for example from the Trump administration’s interference in Brazil’s presidential elections, and in East Asia with China, are all stemming from a desperate attempt to prop up the Western order. That order has prevailed for several centuries, with first the European powers and then the U.S. taking over as the lead hegemon since the Second World War.
But that old order is failing and falling as a new multipolar order emerges, as illustrated by the growing importance of the BRICS, Eurasia, Africa, and, in general, the Global South. A world majority is more assuredly asserting itself, demanding equitable development based on win-win partnerships and mutual co-development in contrast to the exploitative Western order.
Earl Rasmussen believes that multipolar development cannot be stopped. It will prevail because human beings demand it as a moral and economic imperative. But he warns that the world is undergoing violent resistance by the U.S.-led Western powers.
He also contends that the Western nations, as presently seen in France, Italy, Belgium, Germany, and other European states, are themselves undergoing popular revolts against their elitist ruling classes who are invested in the old order. The political crises in Western nations are due to the loss of moral authority of establishment parties. People can see their corruption and duplicity and how these parties are servants of corporate power, the Zionist lobby, the military-industrial complex, and so on.
The end of the Ukraine war will mark the end of Western hegemony. The U.S.-led NATO proxy war is facing a historic defeat by Russia. Potentially, that outcome will lead more quickly to a fairer world order, one in which nations’ sovereignty and international law are actually respected for the mutual benefit of all.
It is up to the Western states to abandon their hegemonic policies and ambitions to finally live in peace with the world’s majority. The longer they persist in their arrogant assumptions of privilege and domination, the longer the violent transition. If the political system can’t adapt, then people power will have to deliver a new system.
En esta época posterior a todo y anterior a nada, la politóloga Wendy Brown va a lo fundamental. Habla de la transcendencia de las próximas elecciones, de la espiral nihilista del neoliberalismo, del problemón de la lógica masculinista naturalizada, de las demandas que comparten los votantes de izquierda y derecha, y de los movimientos sociales que buscan salida a un mundo en combustión, víctima de un fuego alimentado por demagogos oportunistas.

© GIANLUCA BATTISTA (EL PAÍS)
Muitos motoristas já devem ter passado pela complicada experiência de o carro simplesmente parar de funcionar. O que parece ser um imprevisto repentino, no entanto, raramente acontece sem aviso prévio.
Na maioria dos casos, o veículo dá sinais, alguns claros, de que algo está errado muito antes de uma falha grave acontecer.
Em grande parte das vezes, o carro “conversa” com o motorista por meio de ruídos, vibrações, odores, perda de rendimento e alertas no painel. O grande problema é que muitos desses avisos são ignorados até que a conta da oficina se torne desnecessariamente alta.

Para o especialista em performance automotiva, José Francisco dos Santos Junior, os sintomas de desgaste ou falha podem surgir em praticamente todos os sistemas do veículo.
“A combinação entre manutenção adequada, atenção aos sinais e diagnóstico correto pode evitar problemas maiores, reduzir custos e, principalmente, contribuir para a segurança de quem está ao volante”, afirma.
Os principais problemas vão desde o arrefecimento à lubrificação, passando por freios, suspensão, transmissão e sistema de alimentação de combustível.
Ainda segundo o especialista, entre os avisos prévios mais comuns da oficina estão:
Pequenos vazamentos: marcas de fluido ou água na garagem costumam ser tratadas como algo menor, mas um simples vazamento no sistema de arrefecimento pode resultar no superaquecimento do motor e no travamento de componentes internos;
Ruídos atípicos: barulhos metálicos ao frear, estalos em curvas ou barulhos secos ao passar por buracos indicam desgaste avançado em discos, pastilhas ou componentes da suspensão;
Avisos eletrônicos: as luzes de advertência no painel não acendem por acaso. Embora a eletrônica aponte a anomalia, ela é o ponto de partida para que um técnico realize o diagnóstico adequado.
“O principal cuidado é não continuar dirigindo na expectativa de que um problema grave desapareça sozinho”, finaliza Junior.
Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira
The trial was a test for the continued viability of Roundup lawsuits after a Supreme Court ruling in Bayer's favor limited the legal claims that plaintiffs can bring

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© José Ribeiro/LUSA
Uma pesquisa apontou que cinco das oito ecorregiões de recifes de coral do Brasil estão em risco crítico de colapso. Outros três ponto não têm dados suficientes para uma classificação geral de risco.
O levantamento vê ondas de calor marinhas como a principal ameaça aos recifes do país. De acordo com a avaliação, projeções climáticas indicam aumento do estresse térmico severo, branqueamento e da mortalidade de espécies de corais para as próximas décadas, com eventos já registrados anteriormente, em 2019 e 2020 e 2024.
Além disso, também foram identificadas alterações na cobertura dos corais e na composição das comunidades marinhas, a proporção entre algas e corais e a biomassa de peixes herbívoros e predadores estão entre os principais motivos para essas alterações.
Nos últimos 50 anos, as ecoregiões de Parrachos, Costa dos Corais e Atol das Rocas e Fernando de Noronha apresentavam uma situação crítica, enquanto Abrolhos, Baía de Todos os Santos e Baixo Sul eram classificadas como EN (Em Perigo) de extinção e passaram para CR (Criticamente em Perigo).
A analista de Conservação do WWFBrasil, Ana Lídia Gaspar, afirma que “Os resultados mostram que três dessas ecorregiões já estavam em risco crítico pelo que aconteceu nos últimos 50 anos, e que as projeções colocam outras duas no mesmo patamar. Onde faltam dados, a falta de informação não pode ser lida como ausência de risco. A avaliação aponta a necessidade de ampliar o conhecimento sobre essas áreas para compreender melhor sua situação e orientar medidas de conservação.”
O levantamento da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) mostra que, além das mudanças climáticas, os recifes de corais são afetados pela pesca excessiva, pelo desenvolvimento costeiro, a pressão turística e com o lançamento de nutrientes e sedimentos que comprometem a qualidade da água.
A UICN também relata que as atividades de exploração de petróleo e gás, a mineração e a navegação são outros fatores que apresentam risco de contaminação dos ambientes marinhos.
A Lista Vermelha de Ecossistemas da UICN juntou mudanças observadas nos últimos 50 anos para analisar o estresse térmico que os recifes brasileiros podem sofrer nas próximas cinco décadas, avaliando o risco de colapso dos ecossistemas a partir de critérios como redução da distribuição, restrição geográfica, degradação das condições ambientais e alterações nos componentes biológicos.
*Sob supervisão de Thiago Félix
Mergulhador brasileiro está descobrindo novas espécies nas profundezas do oceano

Algunos dirigentes de la cúpula del Partido Popular no podían contener las lágrimas tras la confirmación este jueves, 30 horas después del accidente, de que la exministra Fátima Báñez era una de las víctimas mortales de la tragedia ferroviaria de Urda. La familia de la exdirigente del PP tuvo que afrontar una espera agónica hasta que los bomberos consiguieron recuperar su cuerpo de los restos de los vagones siniestrados, lo que retrasó su identificación y añadió todavía más impacto emocional a la noticia de su muerte entre sus allegados en el PP, que eran muchos. Báñez era una figura muy querida en el partido y su pérdida ha provocado una conmoción en el PP que explica también el tono contenido ante la catástrofe, según transmiten en la cúpula, pese a la furia que recorre a las filas populares contra el Gobierno. Génova ya había decidido, en todo caso, respetar el luto oficial y Alberto Núñez Feijóo se mantuvo este jueves, un día después del accidente, en un perfil institucional sin pedir dimisiones, aunque sí reclamó que se asuman responsabilidades políticas antes de la investigación. En el PP los ánimos están muy caldeados y la reflexión interna es que, superado el luto, se apuntará a Sánchez. “Con la dimisión de Puente no basta”, advierte un dirigente.

© EPV